20.8.14

EASY TAXI


Se você acha que para pedir um táxi basta levantar um braço, esqueça, isto faz coisa do passado. EASY TAXI, um aplicativo de serviço que permite a conexão entre taxistas e passageiros, possibilita uma corrida rápida, conveniente e segura, em apenas alguns cliques. Com EASY TAXI ficou fácil conseguir um táxi 24 horas por dia e em qualquer lugar. 

A história 
Tudo começou a partir de uma constatação da realidade carioca, que se estende a diversas metrópoles do país, sentida pelo publicitário e empreendedor mineiro Tallis Gomes: em muitas ocasiões era extremamente difícil conseguir um táxi rapidamente. E uma dessas situações iria mudar sua vida. Em junho de 2011 ele estava participando de um evento de startups (Startup Weekend, uma competição para empreendedores) no bairro do Leblon quando ficou aproximadamente meia hora esperando por um táxi, em uma noite muito chuvosa. Nessa época, ele planejava desenvolver um aplicativo de monitoramento de ônibus, que através da geolocalização apontaria quais ônibus passariam no local que o usuário estava para o destino que desejaria, mas mudou de ideia e resolveu investir para resolver situações como essa ao desenvolver um aplicativo que permitisse chamar um táxi pelo smartphone de forma rápida e eficiente.


No mês de abril de 2012 ele fundou no Rio de Janeiro a EASY TAXI e lançou de forma pioneira na América Latina o serviço móvel de chamada de táxi. O aplicativo facilitava a conexão entre passageiro e taxista, viabilizando a corrida com apenas alguns cliques e com tempo médio de espera de 10 minutos. Disponível nos idiomas inglês e português, o sistema de GPS do smartphone localizava o táxi mais próximo do passageiro e este podia acompanhar o trajeto que o taxista fazia pelo mapa no aplicativo. O serviço também podia ser utilizado pelo site da empresa. Nessa época, ele tinha que percorrer pontos de táxi para convencer os motoristas a utilizar o aplicativo. Também fez abordagens em postos de gasolina até conseguir os primeiros 20 taxistas. E chegou a investir do próprio bolso para comprar 20 smartphones para eles.


Porém, o maior desafio inicial foi mudar a cultura dos taxistas cariocas. Foi então que ele começou a ir aos churrascos com os taxistas, a jogar bola com eles e ficou amigo dos que eram chefes de ponto. Tudo para tentar explicar porque seria útil aderir ao EASY TAXI. Já o outro desafio era conseguir que os passageiros passassem a usar o EASY TAXI para gerar corrida para os taxistas. Foi então que ele resolveu percorrer as portas dos hotéis para apresentar o aplicativo para os turistas, principalmente os estrangeiros: o pessoal ficou maravilhado com a eficiência do aplicativo. Essas ações começaram a surtir resultados, gerando corridas e uma propaganda boca a boca, criando assim mais aderência dos taxistas e também dos passageiros.


Em outubro desse mesmo ano, a empresa recebeu um aporte de R$ 10 milhões do fundo de investimento alemão Rocket e inaugurou sua primeira operação internacional no México. Além disso, iniciou as operações de expansão nacional da plataforma para dez capitais, começando por São Paulo. Pouco depois, em 2013, após receber uma nova rodada de investimentos, a EASY TAXI adotou uma estratégia cuja intenção era priorizar países e cidades que apresentavam problemas de mobilidade urbana, planejando atuar no vácuo de ineficiência do sistema de transportes. Com isso, a EASY TAXI conseguiu levar seu serviço para mais 11 cidades brasileiras e nove outros países, entre os quais Coréia do Sul, Nigéria, Malásia e capitais sul-americanas, como Bogotá, Lima, Santiago, Buenos Aires e Caracas.


Mais recentemente a empresa lançou EASY TAXI PAY, uma ferramenta que revolucionou o pagamento de corridas de táxi e permite que o pagamento seja gerado pelo smartphone do motorista e confirmado no aparelho do passageiro. O uso é simples e oferece mais segurança ao usuário e ao taxista, já que diminui o uso do dinheiro em papel e não exige a apresentação do cartão no ato do pagamento. Em 2014 a empresa lançou outra novidade: EASY TAXI EMPRESAS, um serviço que permite aos usuários do aplicativo solicitarem táxis através de uma conta corporativa. Criada para facilitar a comunicação entre empresas e taxistas, a nova plataforma possui uma estrutura de backend dedicada, que permite o controle e monitoramento de gastos. A nova ferramenta permite ainda que o passageiro peça o táxi pelo celular e efetue o pagamento no próprio aparelho, através de boleto eletrônico.


Para divulgar o aplicativo entre os brasileiros a empresa investe constantemente em campanhas sociais que visam testemunhar o seu compromisso com a melhoria do transporte público nos mercados onde atua. Algumas dessas iniciativas incluem: Free Taxi Day (ande de táxi de graça), Bibliotáxi (livros gratuitos em seus táxis) e Se beber, vá de táxi (promove uma condução segura e responsável, realizada em parceria com uma renomada cervejaria). Hoje em dia, o principal objetivo da empresa é incentivar uma nova geração de taxistas e usuários que podem utilizar o serviço para diminuir o tráfego intenso, melhorar o ecossistema com menos automóveis em circulação e impulsionar o barateamento do transporte.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 2012 
● Fundador: Tallis Gomes 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Easy Taxi Serviços S/A 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Tallis Gomes 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 32 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 75 
● Segmento: Tecnologia 
● Principais produtos: Aplicativo de serviço mobile 
● Concorrentes diretos: 99Taxis, SaferTaxi, Taxibeat e Resolve Aí 
● Slogan: Seu táxi em 1 clique! 
● Website: www.easytaxi.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente EASY TAXI, considerado o maior aplicativo mobile de serviços do mundo, tem operação em mais de 32 países, entre os quais Hong Kong, Estados Unidos, Tailândia e Cingapura, oferecendo seus serviços em 165 cidades, das quais 100 são brasileiras. Com mais de 200.000 taxistas cadastrados no mundo inteiro, o serviço atende mais de 10 milhões de usuários, dos quais aproximadamente 40% são brasileiros. O aplicativo está disponível para smartphone com sistema operacional Android, iOS, Blackberry e Windows Phone. 

Você sabia? 
Desde a sua criação, a empresa captou R$ 145 milhões em investimentos, o que a torna a startup de mobile que mais recebeu investimento na história do país. 
No modelo de negócio da EASY TAXI, não há cobrança de mensalidade para o taxista, apenas um custo definido por corrida concluída (no Brasil este modelo foi extinto devido a enorme concorrência). Além disso, os taxistas são cadastrados após uma criteriosa pesquisa realizada pela empresa, que faz um levantamento cadastral completo do motorista e do táxi, para que a segurança do usuário seja garantida. O aplicativo também permite que o usuário visualize a identidade do taxista e do veículo. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 20/8/2014

12.8.14

BALANCE BAR


Desde que foi lançada no mercado há mais de duas décadas, a BALANCE BAR sempre teve como princípio tornar mais fácil ter acesso a uma nutrição equilibrada para obter energia para as tarefas do dia a dia. E este objetivo somente foi alcançado com investimentos maciços em pesquisas, que resultaram na criação de deliciosas e nutritivas barras energéticas com o equilíbrio certo de carboidratos, proteínas e gordura. 

A história 
Tudo começou no mês de abril de 1992 na cidade californiana de Santa Barbara quando Thomas Davidson e Richard Lamb, este último um campeão de windsurfe, fundaram a empresa Bio Foods Inc. Com a ajuda de mais dois investidores, este grupo de entusiastas esportistas e cientistas, adquiriram os direitos de produção e distribuição de barras energéticas baseadas no princípio nutricional conhecido como 40-30-30, isto é, uma dieta contendo 40% das calorias provenientes de carboidratos, 30% das calorias de proteína e 30% das calorias sob forma de gordura dietética. As barras energéticas, feitas apenas com ingredientes naturais e batizadas de BALANCE BAR, eram inicialmente produzidas pela empresa canadense Bariatrix e vendidas em lojas de produtos naturais do estado da Califórnia. Com uma fórmula que continha a quantidade certa de proteínas, carboidratos e gorduras, e fornecia a sensação de satisfação e bem estar através da energia de sabores deliciosos, a marca rapidamente conquistou atletas, praticantes de atividades físicas e pessoas comuns que faziam dieta e se preocupavam com a saúde.


Quando a filosofia nutricional 40-30-30 foi popularizada pelo doutor Barry Sears, um conceituado bioquímico que criou este conceito, amplamente divulgado em seus livros, as vendas da BALANCE BAR literalmente dispararam. Se em 1995 as vendas eram de US$ 1.3 milhões, em 1999 a empresa já atingia um faturamento de US$ 100.9 milhões. Outro fator que ajudou a expandir as vendas dos produtos foi que, a partir de 1997, as barras energéticas da marca passaram a ser vendidas em grandes varejistas como supermercados, redes de drogarias, academias e lojas de conveniência, com distribuição nacional. Além disso, a marca começou a anunciar na televisão.


O sucesso era tamanho que a empresa, além de mudar seu nome para BALANCE BAR COMPANY, abriu seu capital na Bolsa de Valores em 1998. Ainda nesta década, a empresa adicionou novos sabores (como Cranberry, banana e coco, amendoim com mel, amêndoas e brownie) e lançou novos produtos, como por exemplo, o BALANCE BAR DRINK MIX, uma linha que seguia o mesmo princípio das barras, mas em pó, para ser consumida como bebida; ou a TOTAL BALANCE, ingressando assim no lucrativo segmento de bebidas prontas para o consumo. Além disso, um grande número de atletas e celebridades foi contratado para endossar os produtos da marca.


O rápido crescimento da empresa logo chamou a atenção da Kraft Foods, que comprou a BALANCE BAR por US$ 268 milhões em janeiro de 2000, como parte de sua estratégia de expandir sua linha de produtos naturais. Nos anos seguintes a marca introduziu novas linhas, como por exemplo, a BALANCE BAR CarbWell (cujas barras continham apenas 2 gramas de carboidratos líquidos e muita proteína), introduzida em 2004; e a BALANCE BAR BARE (barras repletas de grãos e fibras), lançada em 2007. Apesar de ganhar ainda mais poder de distribuição no território americano e canadense, a marca não ofereceu os resultados esperados e acabou sendo comprada, em novembro de 2009, pelo fundo de investimento Brynwood Partners. Sob o comando de novos proprietários, a marca passou por um reposicionamento, incluindo mudança de identidade visual e design das embalagens, lançamento de novos produtos e reformulação de suas linhas, agora focada somente em barras energéticas. Além disso, a marca recebeu novos investimentos em marketing e publicidade. Entre as novidades, introduzidas em 2011, destaque para as linhas BALANCE BAR CAFÉ (barras inspiradas no delicioso sabor dos cafés) e BALANCE BAR NIMBLE (barras que fornecem energia e nutrição para as mulheres, com ingredientes essenciais para o corpo e pele, em uma deliciosa guloseima de apenas 120 calorias).


No início de novembro de 2012, a marca anunciou o lançamento da linha BALANCE BAR DARK, barras energéticas com cobertura de chocolate disponível em três sabores (Dark Chocolate Crunch, Dark Coco e Dark Chocolate Peanut). Esta é a primeira linha de barra de nutrição a estampar em suas embalagens o selo Rainforest Alliance Certified, que identifica um produto (neste caso o cacau) proveniente de fazendas que utilizam práticas sustentáveis e sociais em seu processo de produção. Pouco depois, no dia 26 de novembro de 2012, a BALANCE BAR COMPANY foi adquirida pela NBTY, Inc., tradicional empresa produtora de vitaminas e suplementos nutricionais. Os novos proprietários restringiram a linha de produtos em três versões: BALANCE BAR ORIGINAL (uma excelente fonte de proteínas, vitaminas e minerais), BALANCE BAR GOLD (introduzida em 2000 e que oferece os mesmo sabores da linha original com uma camada extra de indulgência) e BALANCE BAR DARK (recobertas com chocolate amargo).


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por uma única grande mudança ao longo de sua história. E esta modificação ocorreu em 2010, quando foi adotada uma nova tipografia de letra mais arredondada. Além disso, o nome da marca passou a ser escrito em letras minúsculas, com exceção do B inicial. A identidade visual da marca pode ser aplicada em fundo branco ou azul.


Os slogans 
Have you found your Balance? (2013) 
Where Delicious Meets Nutritious. 
Live Today. Love Tomorrow.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1992 
● Fundador: Thomas Davidson e Richard Lamb 
● Sede mundial: Valhalla, New York 
● Proprietário da marca: Balance Bar Company 
● Capital aberto: Não (subsidiária da NBTY, Inc.) 
● CEO: Jeffrey Nagel 
● Faturamento: US$ 350 milhões (estimado) 
● Lucro: Não revelado 
● Presença global: 2 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 80 
● Segmento: Alimentos e suplementos 
● Principais produtos: Barras energéticas 
● Concorrentes diretos: Clif Bar, PowerBar, Nutribar, Zone Perfect, Pure Protein e Kind 
● Slogan: Have you found your Balance? 
● Website: www.balance.com 

A marca no mundo 
Atualmente a BALANCE BAR COMPANY, uma subsidiária integral da NBTY, Inc., comercializa uma extensa linha de barras energéticas (aproximadamente 20 sabores e versões) nos Estados Unidos e Canadá através de grandes varejistas, redes de drogarias, lojas de conveniência e academias. A marca BALANCE BAR, que está entre as cinco líderes do segmento no mercado americano, tem faturamento estimado de US$ 350 milhões anuais. 

Você sabia? 
A marca tem uma equipe de embaixadores, batizados pela empresa de AmBARsadors, entre os quais Gene e Joyce Daoust, dois nutricionistas originais da BALANCE BAR e especialistas em fitness. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 12/8/2014

4.8.14

PATAGONIA


Algumas empresas se tornam ícones graças ao estrondoso sucesso financeiro. Outras ainda por criar marcas que ajudam a transformar o mundo. Há um terceiro e, seleto grupo, que faz história porque realiza as duas coisas ao mesmo tempo. Nesta categoria se insere a marca californiana de roupas esportivas para a prática de esporte ao ar livre PATAGONIA (sem acento mesmo), apontada como uma das empresas mais inovadoras do mundo. A marca faz enorme sucesso sugerindo para seus consumidores que comprem pouco, incluindo seus próprios produtos. Afinal, segundo a empresa, o consumo excessivo faz mal ao planeta. E se faz mal ao planeta, é ruim para a empresa também. Com esses métodos nada tradicionais no mundo dos negócios, a PATAGONIA se tornou o símbolo máximo do chamado “capitalismo consciente”, conceito baseado na ideia de que a contribuição das empresas para a sociedade deve ir além do lucro. 

A história 
Tudo começou com o jovem americano Yvon Chouinard, que no início dos anos de 1950 era mais um rebelde de calças jeans apaixonado por causas ambientais, amante da natureza e um entusiasta da prática de esportes radicais. Ele começou a praticar alpinismo em 1954, aos 14 anos de idade. Pouco depois, sua paixão o levou a abandonar os estudos para dedicar-se a proteger falcões, escalar montanhas, andar de caiaque e surfar em praias exóticas ao redor do mundo. Aos poucos, em suas escaladas, ele percebeu que os pitões de ferro (ferramenta pregada na montanha para dar suporte à escalada), além de causar ferimentos, precisavam ser deixados na rocha, o que resultava em uma agressão à natureza. Foi então que, em 1957, após pesquisar sobre o assunto, ele resolveu produzir um pitão de aço temperado com cromo e molibdênio na garagem da casa de seus pais na cidade californiana de Burbank, que seria o ponto de partida para que desenvolvesse uma série de equipamentos “amigos do meio ambiente”. Seus pitões fizeram tanto sucesso que ele começou a vender para outros alpinistas e aventureiros através de sua nova empresa, a Chouinard Equipment. Ele conseguia forjar dois pistões por hora, que eram vendidos por US$ 1.50 cada.


Em 1965 ele mudou seu negócio para a cidade de Ventura, também na Califórnia, fazendo uma parceria com seu amigo Tom Frost, um engenheiro aeronáutico, para automatizar sua produção e poder assim atender a alta demanda. No início dos anos de 1970, a empresa já era a maior produtora de equipamentos para alpinismo do mercado americano. Mas a empresa era diferenciada e tinha uma enorme preocupação: a sustentabilidade. Um exemplo disso aconteceu quando ao perceber que seus equipamentos de escaladas continuavam destruindo as rochas das montanhas, decidiu cancelar a venda do produto, mesmo sabendo que essa linha representava 70% de suas vendas. Felizmente eles tinham uma alternativa: os pitão de alumínio, reutilizável, uma grande novidade para a época. Mas as margens de lucros eram ordinárias para sustentar a empresa e, foi então, que eles começaram a vender roupas para os alpinistas, importadas do Reino Unido. Como a aceitação foi excelente, os rumos da empresa estariam prestes a mudar.


As roupas e acessórios, extremamente duráveis, entre os quais calças tipo capri; shorts com reforço traseiro, feitos de veludo ultra resistente, produzido em uma tecelagem em Lancashire, na Inglaterra; suéteres tipo Chamonix; camisas de marinheiro mediterrâneas clássicas; calças e camisas de lona; além de luvas e até sacos para dormir, faziam cada vez mais sucesso. Era preciso encontrar um nome para sua linha de roupas. E foi então, que em 1973, surgiu a PATAGONIA. O nome da marca e seu logotipo tinham a uma inspiração óbvia. Era uma referência ao imponente Cerro Fitz Roy, na Cordilheira dos Andes, na região da Patagônia argentina. Nessa época, as roupas esportivas ainda era uma novidade pouco explorada, mas em ascensão entre os grupos ambientalistas pelos quais ele transitava. O foco da nova empresa foi o mercado de produtos para o montanhismo, uma paixão desde os tempos da adolescência de Yvon. Ele começou vendendo capas de chuva, luvas, chapéus, jaquetas e até tendas.


No final desta década, em 1977, a PATAGONIA em colaboração com a Malden Mill, uma fabricante de produtos têxteis, se tornou um sucesso ao lançar o primeiro revestimento sintético para jaquetas à base de poliéster, introduzindo assim o conceito de camadas. Ao contrário dos revestimentos naturais, o novo produto repelia a umidade e retinha o calor do corpo, mantendo os alpinistas quentes. Por volta de 1980, a empresa utilizava polipropileno, uma fibra sintética à prova d’água, que apresentava problemas: ela derretia nas secadoras comerciais e era muito difícil de limpar. Foi então que desenvolveu a Synchilla®, um tecido que não embolotava. Já em 1984, a empresa descobriu um poliéster que não derretia em secadoras e poderia ser facilmente lavado. A PATAGONIA usou o novo Capilene® primeiro nas roupas íntimas, e depois em outros produtos da marca. Tudo isso baseado em seu lema “Build the best product, cause no unnecessary harm, use business to inspire and implement solutions to the enviromental crisis” (em português “Fazer os melhores produtos, causando o mínimo de impacto, usando os negócios para inspirar e implementar soluções à crise ambiental”).


Foi somente na década de 1980 que as vendas de roupas decolaram. Isto após elas serem inspiradas nas vestimentas coloridas de pescadores do Atlântico Norte. Com isso a empresa lançou no mercado roupas de inverno em cores vivas em detrimento às cores pastéis vigentes. Essas roupas coloridas da PATAGONIA, que criaram tendências, resultaram de sua adoção por fashionistas. A marca descobriu que sua roupa do dia-a-dia vendia melhor que seus equipamentos técnicos. E as vendas começaram a explodir. Em 1996, mais uma atitude surpreendente: a PATAGONIA decidiu arriscar 25% de suas vendas anuais, ao trocar toda sua linha de vestuário de algodão normal para algodão orgânico, ao perceber que o uso de pesticidas nas plantações poluía rios e causava doenças aos trabalhadores nas linhas de produção. Um detalhe, o algodão orgânico era três vezes mais caro que o original. A primeira experiência com algodão orgânico havia sido feita com a linha de camisetas dois anos antes. Alguns anos depois, a PATAGONIA desenvolveria uma nova tecnologia que permitiu a fabricação do revestimento das jaquetas a partir de garrafas descartáveis. Chouinard passou então a reestruturar o negócio, priorizando o uso de materiais naturais e recicláveis em todas as peças. Nos últimos anos, além de expandir sua linha de produtos para a prática de surfe, esqui, pesca e outros esporte ao ar livre, a empresa iniciou a abertura de lojas próprias. A PATAGONIA também desenvolveu um novo traje de surfe quente, flexível e ambientalmente correto, feito de fibras naturais que se tornou uma opção sustentável em relação ao popular neoprene.


Mesmo nos dias de hoje, a empresa e seu fundador acreditam, de verdade, que vendendo produtos de alta durabilidade seus clientes não precisarão comprar roupas por um bom tempo. A estratégia pode até parecer loucura, mas os resultados financeiros comprovam que isso não está errado. O faturamento da empresa supera a casa do meio bilhão de dólares. O maior trunfo da PATAGONIA foi ter antecipado um estilo de vida mais natural, em defesa do planeta, quando ninguém pensava em aquecimento global ou reciclagem de materiais.


Sustentabilidade verdadeira 
O que você pensa de uma empresa que fatura mais de meio bilhão de dólares por ano lançar uma campanha de marketing pedindo que seus consumidores pensem duas vezes antes de comprar um produto novo? Pois é exatamente o que a marca californiana de roupas esportivas faz. A marca já colocou etiquetas nas roupas com a mensagem: Você realmente precisa disso? Outro exemplo ocorreu em 2011, durante a popular Black Friday, a famosa sexta-feira em que os americanos vão às compras de forma compulsiva, quando a PATAGONIA publicou um anúncio de página inteira no tradicional jornal The New York Times dizendo: “Não compre esta jaqueta”. Detalhe: a jaqueta era da própria marca. Mais abaixo, os avisos: REDUZA. Nós fazemos produtos que duram muito tempo, assim, não compre aquilo que não precisa. RECUPERE. Nós o ajudamos a recuperar seu produto PATAGONIA, se prometer que irá consertá-lo quando estiver danificado. REUSE. Nós o ajudamos a encontrar um novo lar para o seu produto que não mais precise caso tenha interesse em vendê-lo ou passá-lo adiante. RECICLE. Nós buscaremos seu produto que está inutilizado se prometer que irá deixá-lo longe de um aterro sanitário ou incinerador. Queria, com isso, fazer os consumidores refletirem se realmente precisavam comprar mais roupas, sapatos e produtos, só porque o preço era uma pechincha. A iniciativa foi uma extensão do programa Common Threads Initiative, lançado pela PATAGONIA em 2005 e apoiado nas premissas de reduzir, reparar, reutilizar, reciclar e re-imaginar. A marca solicita aos clientes que encaminhem roupas danificadas para reparos, façam doações de peças que possam ser comercializadas por preços mais baixos e não comprem novos produtos que não tenham uma real utilidade. A empresa montou uma estrutura para receber de volta roupas velhas e gastas da marca, que são então enviadas para recicladores, em muitos casos, em outros países. Aproximadamente 47 toneladas de roupas foram devolvidas à empresa desde então – e a sua reciclagem deu origem a mais de 35 toneladas de vestimentas novas.


Mais recentemente a empresa lançou uma campanha cujo conceito central era a proposta “Celebrate the stuff you already own”, algo como “Celebre as coisas que você já tem”. A campanha, que foi criada como antídoto para conceitos de promoção comercial, consiste em histórias de pessoas contadas a partir de peças de roupa da marca que as acompanham à muito tempo, ilustradas com fotos que traduzem o mesmo conceito como, por exemplo, uma jaqueta infantil que tem em sua etiqueta os sete nomes das crianças a quem ela já pertenceu. Desse modo, essas histórias transmitem, com base em fatos reais, toda a confiabilidade da marca PATAGONIA. E roupas para esportes ao ar livre precisam ser extremamente confiáveis. Afinal, ninguém quer descobrir que sua calça impermeável não é tão impermeável assim no meio de uma tempestade com ventos de dezenas de quilômetros por hora em uma trilha no fim do mundo.


Pode parecer uma enorme jogada de marketing, mas o fato é que a empresa tem demonstrado suas boas intenções sustentáveis há anos e a lista de iniciativas é extensa. Por exemplo, desde 1985, a PATAGONIA destina 1% de sua receita ou 10% do lucro, o que for maior, para grupos de proteção do meio ambiente. Desde então, a empresa já doou mais de US$ 55 milhões a 1.200 organizações. E mais exemplos não faltam. Foi uma das primeiras empresas americanas a oferecer aos funcionários licença-maternidade e paternidade. Seus funcionários podem ir trabalhar de bermuda e chinelo e têm horários flexíveis. A sede da empresa, em Ventura, na costa da Califórnia, também coloca em ação o que prega. Usam energia solar, só tem comida orgânica no refeitório (onde nenhum item é descartável) e oferece incentivo para o uso de bicicleta. Na recepção há um grande quadro com boletins atualizados sobre as condições do tempo para o surfe, esporte preferido de boa parte dos empregados. Ao sinal de ventos generosos, qualquer um pode passar a mão na prancha e rumar para a praia. Além disso, desde 1984, não há escritórios particulares, e a PATAGONIA foi uma das primeiras empresas americanas a ter creche no local de trabalho.


O gênio por trás da marca 
Yvon Chouinard nasceu no dia 9 de novembro de 1938 no pequeno e pitoresco estado americano do Maine, conhecido por suas belezas naturais. Filho de um ferreiro franco-canadense, desde sua adolescência sempre foi um apaixonado por causas ambientalistas e prática de esportes ao ar livre. Ele iniciou na escalada em sua juventude, motivado pelo hobby da falcoaria e o interesse no voo das aves, que naturalmente o levaram as montanhas e rochas. Para economizar dinheiro começou a fabricar seus próprios equipamentos de escalada que minimizavam os impactos ao meio ambiente. Sua primeira empresa deu origem a uma das melhores companhias de equipamentos, a Black Diamond, fundada por seus funcionários a partir da compra de sua empresa, em 1989.


Ele até hoje não se sente confortável dentro do escritório. Não tem celular nem tão pouco computador. A sede global da empresa, localizado em Ventura na Califórnia, fica a uma distância de metros da praia e sempre que o mar está bom, ele e a maioria dos funcionários surfistas caem na água. Yvon preza por um ambiente de trabalho descontraído, onde os funcionários possuem total independência para executar seus projetos. Se eles estiverem entregando resultados, não há nenhum problema em estarem surfando numa tarde de segunda-feira. E tem mais, até os dias de hoje ele segue dando ideias de novas linhas de produtos. E essas ideias não surgem dentro escritório e sim quando Yvon está escalando, surfando ou pescando. Afinal, na maior parte do tempo, ele está viajando e curtindo a natureza em algum local afastado ao redor do mundo. Na volta, pode ter certeza que boas ideias surgirão.


Por causa dessa postura nada convencional, ele virou um ídolo às avessas. No meio acadêmico, inspirou estudos em universidades de renome. É admirado até por empresas maiores que a sua, como a Gap e a Levi’s. Para os clientes, seu negócio equivale a uma grife. Em 1968, ele e alguns amigos partiram em uma aventura extrema em busca do “último local selvagem na Terra”, e acabaram percorrendo o território da Patagônia e escalando o Cerro Fitz Roy. A paixão e o envolvimento com a natureza foram tão grandes, que mais tarde o empresário adquiriu 17 mil acres de terras no Chile e Argentina, a qual foi anexando novas áreas até um total de mais de 2 milhões de acres na atualidade, sendo o maior proprietário na região patagônica. O objetivo é manter as áreas completamente intactas na forma de Parques Nacionais. Apesar de receber inúmeras ofertas bilionárias de compra, Yvon (que já estampou a capa da revista americana Fortune por ter criado a empresa mais “descolada” do planeta) e sua esposa Malinda, continuam como únicos sócios da empresa e detém controle total, podendo expandi-la em um ritmo saudável e sem pressões de acionistas.


A evolução visual 
A identidade visual da marca pouco mudou ao longo dos anos. Para tornar o logotipo mais versátil em sua aplicação, a marca adotou um logotipo apenas com o nome PATAGONIA. O antigo logotipo que tinha o fundo colorido representando o Cerro Fitz Roy, na Patagônia, continua a ser utilizado nas etiquetas das roupas e em algumas ações promocionais.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1973 
● Fundador: Yvon Chouinard 
● Sede mundial: Ventura, Califórnia 
● Proprietário da marca: Patagonia, Inc. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Patagonia Works, Inc.) 
● Chairman: Yvon Chouinard 
● CEO: Rose Marcario 
● Faturamento: US$ 600 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 80 
● Presença global: + 50 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 1.500 
● Segmento: Esportivo 
● Principais produtos: Roupas, calçados e acessórios para esportes ao ar livre 
● Concorrentes diretos: The North Face, Columbia Sportswear, Millet, Mont-Bell e Mountain Hardware 
● Ícones: O conceito da sustentabilidade 
● Website: www.patagonia.com 

A marca no mundo 
Atualmente a PATAGONIA, que vende roupas, calçados e acessórios para esportes ao ar livre, como montanhismo, alpinismo, surfe, esqui, snowboarding, pesca, corrida, entre outros, está presente em mais de 50 países ao redor do mundo. A empresa possui uma pequena rede de 80 lojas próprias localizadas em 15 países, como por exemplo, Estados Unidos, Canadá, Argentina, Chile, Alemanha, Japão, Austrália, China, França, Espanha, entre outros. O faturamento estimado atual da gira em torno de US$ 600 milhões. 

Você sabia? 
Apesar do fundador da empresa condenar modismos, as poucas lojas próprias da marca foram apelidadas de “Pradagonia” e “Patagucci”, em virtude do estilo fashion de suas roupas. 
O modelo de negócios tem se mostrado tão eficiente que a PATAGONIA pretende investir em áreas distintas de sua vocação original, como a de alimentos. A empresa já produz salmão e pretende lançar uma linha de sopas e frutas frescas. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Newsweek, BusinessWeek, Época Negócios, Exame e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 4/8/2014

28.7.14

FOURSQUARE


Para usar o FOURSQUARE é necessário ter uma conta no site, um smartphone e gostar de explorar o que está ao seu redor. Com o novo posicionamento da rede social, o FOURSQUARE se transformou em um guia extremamente confiável sobre vários locais da cidade, já que são opiniões, dicas e avaliações reais de pessoas que passaram mesmo por lá, quer seja em um parque, um museu, um restaurante ou um hotel. O FOURSQUARE ajuda pessoas a acompanhar e encontrar seus amigos, além de conhecer novos e ótimos lugares. 

A história 
O FOURSQUARE foi criado pela dupla Dennis Crowley e Naveen Selvadurai. Essa rede social foi baseada em um projeto de graduação de Dennis do ano 2000 na Universidade de New York, batizado de Dodgeball. Nele os usuários enviavam sua localização por mensagem de texto e como resposta, as pessoas recebiam informações sobre amigos que estavam por perto. O serviço foi comprado pelo Google no ano de 2005 e posteriormente transformado no Google Latitude. Foi então que Crowley se juntou a Naveen Selvadurai, um desenvolvedor de software, para criar e desenvolver um projeto ousado e completamente inusitado, que unia a estrutura de um jogo (ganhar pontos e prêmios) ao de rede social. A dupla iniciou o desenvolvimento do projeto no outono de 2008, na mesa de cozinha de Dennis, no bairro de East Village, em Nova York. O FOURSQUARE foi oficialmente lançado no dia 11 de março de 2009 no SXSW (South By Southwest), um badalado festival que une música, vídeos e tecnologia, realizado na cidade de Austin, no estado do Texas.


A nova rede social, baseada na geolocalização de aparelhos celulares, unia o divertido conceito de game ao fato do usuário saber por andavam seus amigos e vice-versa. Era possível marcar e compartilhar os lugares por onde passava, escrever críticas e dicas e também comentar os ambientes visitados por seus amigos. Ou seja, cada usuário podia enviar em tempo real o local em que se encontrava para seu perfil do FOURSQUARE. Para isso, bastava fazer o chamado check-in. Ao realizar isso, a localização iria para a rede social, Twitter e até Facebook (se o usuário tivesse adicionado à sua conta) e todos podiam saber exatamente o local em que estava o usuário, com indicação no mapa junto ao endereço e opiniões a respeito. Se o local não existisse ainda, era possível adicioná-lo. Já a parte do game tornava o aplicativo divertido: de restaurantes a parques, quanto mais check-ins fossem feitos, mais pontos e “badges” (prêmios engraçados que se referiam aos lugares visitados) o usuário ganhava. Dependendo dessa quantidade em relação aos outros usuários, era possível ganhar o título de “Mayor” (prefeito) do lugar.


Apesar de demorar cerca de um ano para chegar ao primeiro milhão de usuários, no final de 2010 o FOURSQUARE começou sua escalada rumo ao sucesso ao ultrapassar a barreira dos 3 milhões de utilizadores registrados. Mas também acompanhou concorrentes de peso, como o Facebook, o Google e o Yelp, criarem os seus próprios serviços de check-in. Com a grande popularidade conquistada e a cada vez mais crescente concorrência, a rede social também passou a fornecer ferramentas para que empresas e marcas envolvessem seus clientes e fãs. Isto porque as empresas podem ouvir o que seus clientes estavam falando e usar as ferramentas da rede social para participar da conversa, realizar promoções e outras atividades. Por exemplo, conforme o usuário ganhava pontos por fazer muitos check-ins em determinado local (como um bar ou hotel), essa empresa oferecia brindes, o que acabava sendo um incentivo tanto para usar o aplicativo como a voltar mais vezes no estabelecimento. Uma espécie de programa de fidelidade 2.0. Além disso, o FOURSQUARE foi disponibilizado em vários idiomas, como por exemplo, português, francês, italiano, alemão, espanhol, russo e japonês. Em 2012, ano que alcançou a marca de 20 milhões de usuários e na tentativa de expandir o uso de seus dados de localização, lançou o serviço Explore, que além de exibir a atividade de check-in no mundo inteiro, ajudava aos usuários a encontrar um bom lugar para comer ou tomar uma bebida com os amigos.


No dia 1 de maio de 2014, após mais de 6 bilhões de check-ins, a empresa anunciou um total reposicionamento. Primeiro a rede social foi dividida em duas: Swarm (nome de uma das badges do FOURSQUARE, obtida quando se fazia check-in com mais de 50 pessoas em um mesmo lugar), focada em atividades de check-in e lista de amigos; e o novo FOURSQUARE, que permite ajudar os usuários a terem uma noção do local que não conhecem através de dicas, recomendações e informações de pessoas que já o visitaram. É como se fosse um “guia de lazer”. Quem abrir uma determinada localidade no FOURSQUARE para ver as recomendações terá um atalho direto para o Swarm para fazer check-in, se preferir. A separação também ajuda a controlar melhor a privacidade, pois no Swarm seriam concentrados mais os amigos e quem o usuário conhece e deseja que saiba do seu paradeiro. Com isso, ao focar-se somente nas recomendações, o FOURSQUARE se tornou concorrente de redes de recomendações como o Yelp, TripAdvisor e até mesmo do Facebook.


Neste novo conceito o FOURSQUARE aposta na personalização. A indicação do aplicativo acontece com base nas preferências do usuário. Ele irá destacar, por exemplo, em rosa estabelecimentos e locais próximos que possuam a sua comida favorita. O aplicativo também irá contar com um ranking dos lugares mais populares, auxiliando assim os usuários a conhecerem estabelecimentos que estão na moda. Portanto, esteja você preparando uma viagem ao redor do mundo, combinando uma boa balada com amigos ou tentando escolher o melhor prato em um restaurante local, o FOURSQUARE é a companhia perfeita.


A evolução visual 
Com o novo posicionamento da rede social, que foi dividida em duas, o FOURSQUARE apresentou no mês de julho de 2014 uma nova identidade visual. A letra F da marca se transformou em um pininho indicador de lugar (o famoso pin) na cor rosa acompanhado do nome FOURSQUARE em azul, com uma nova tipografia.


O ícone do aplicativo também seguiu o novo visual da marca e se tornou o F rosa.


Ao dividir a rede social em duas, a Swarm também ganhou uma identidade visual própria, cujo principal símbolo é uma abelha estilizada. O nome da nova marca carrega abaixo a frase “by Foursquare”.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Lançamento: 11 de março de 2009 
● Criador: Dennis Crowley e Naveen Selvadurai 
● Sede mundial: New York City, New York 
● Proprietário da marca: Foursquare Labs, Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Dennis Crowley 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Usuários: 50 milhões 
● Presença global: 120 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 170 
● Segmento: Tecnologia 
● Principais produtos: Rede social 
● Concorrentes diretos: Yelp, TripAdvisor e Google Latitude 
● Ícones: Uma letra F rosa 
● Slogan: Unlocking your city. 
● Website: www.foursquare.com 

A marca no mundo 
Hoje em dia o FOURSQUARE possui mais de 50 milhões de usuários no mundo todo. A rede social tem 18 versões locais, incluindo Estados Unidos, Brasil, França, Alemanha, Reino Unido, Canadá, México e Japão. Os maiores mercados da rede social são Estados Unidos, Indonésia e Brasil. Mais de 1.7 milhões de empresas utilizam o FOURSQUARE para se conectar diretamente ao milhões de usuários da plataforma. A empresa possui mais de 170 funcionários, considerando a matriz em Nova York, o escritório em San Francisco e a adorável filial em Londres. Atualmente, o aplicativo está disponível para Android, BlackBerry, iOS, Symbian, WebOS e Windows Phone. 

Você sabia? 
O FOURSQUARE tem uma API que permite aos desenvolvedores criar as suas ideias para a plataforma. Desenvolvedores já usaram a API para adicionar localização a seus aplicativos, ajudar as pessoas a se conectarem e criar bonitas visualizações de dados. 
Em 2010, fãs do aplicativo, sem nenhuma relação com seus criadores, declaram 16 de abril como o Dia do Foursquare (Foursquare Day). O dia foi escolhido baseado em uma piada infame: os americanos escrevem 16 de abril “04/16” - 16 é o quadrado (square) de quatro (four). 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 28/7/2014

21.7.14

P.F. CHANG´S


Um chinês descolado. Ou pretensiosamente um bistrô chinês. Assim pode ser definido qualquer restaurante da rede P.F. CHANG’S, que traz a milenar cultura asiática e seus sabores diversos, por meio de uma experiência agradável de um jantar casual que une, em ambiente sofisticado e contemporâneo, cozinha de qualidade e serviço primoroso a preços acessíveis. 

A história 
Tudo começou com Philip Chiang, que nasceu em Xangai e cresceu em Tóquio, antes de se mudar para San Francisco, na Califórnia, instalando-se no tradicional bairro de Chinatown. Na década de 1960 sua mãe, Cecilia Chiang, inaugurou o The Mandarin, um dos primeiros restaurantes do país a servir comida chinesa de várias regiões. Após graduar-se na conceituada Art Center College of Design em Los Angeles, ele comandou o The Mandarin por muitos anos antes de abrir um restaurante de conceito distinto chamado The Mandarette na badalada Hollywood. Menor e mais acessível, o restaurante servia comida asiática tradicional com um toque moderno e se tornou um sucesso atraindo a atenção do cliente e empresário Paul Fleming, que também atuava no segmento de alimentação. Finalmente em 1992, Chiang aceitou um trabalho de consultoria no restaurante chinês que Fleming tinha recém adquirido na cidade de Scottsdale, estado do Arizona. Um ano depois, exatamente no dia 20 de julho de 1993, a dupla inaugurou o primeiro P.F. CHANG’S CHINA BISTRO em um popular centro de compras da cidade. As iniciais P.F. eram de Paul Fleming e Chang’s uma forma modificada do sobrenome de Philip. O restaurante, com capacidade para 175 clientes, vivia lotado e com enormes filas.


O P.F. CHANG’S apresentava uma mistura de cozinha de alta qualidade, com inspiração asiática e hospitalidade americana em um ambiente sofisticado e contemporâneo. O restaurante oferecia um cardápio inovador preparado na hora e uma abordagem atenta a qualidade de serviço. O novo restaurante oferecia em seu cardápio pratos inspirados na vibrante culinária asiática contemporânea, com grande inspiração chinesa e nas variáveis das cozinhas de outras regiões, preparados com o uso da técnica milenar da wok, utilizando sempre ingredientes frescos e uma combinação de sabores diferentes. Como Chang era formado em artes, havia uma grande preocupação com a apresentação visual de cada prato, que se tornou uma das marcas registradas do restaurante. Em geral os pratos possuíam um equilíbrio entre sabor, textura, cor e aroma, para proporcionar uma ótima experiência gastronômica aos consumidores. E como é comum na tradição chinesa, muitos dos pratos eram formulados para irem ao centro da mesa e compartilhados.


Rapidamente o P.F. CHANG’S conquistou fiéis consumidores, incluindo várias celebridades e, até 1996, mais três unidades foram inauguradas nos estado da Califórnia. O enorme sucesso da rede podia ser creditado, em parte, a pratos como o Famous Chicken Lettuce Wraps (uma combinação de frango com cogumelos, cebolinha e castanha-de-água servida com alface fresca, cujo cliente preparava manualmente o próprio wrap), o Mongolian Beef (receita típica da Mongólia que trazia fatias de carne caramelizadas com molho à base de shoyu, alho e cebolinha), o Orange Peel Shrimp (camarões preparados com molho levemente picante e servidos com gomos de laranja e brotos), o Moo Goo Gai Pan (camarões e lâminas de frango cozidos em caldo de vegetais servidos com cogumelos, acelga japonesa e cenoura) e a sopa Chang’s Chicken Noodle Soup (cuja versão desenvolvida por Philip Chiang para esta clássica receita asiática trazia cogumelos shitake frescos, tomates-uva, macarrão tailandês e folhas de coentro em delicioso caldo de frango).


A rede também se tornou popular pelos fortes elementos da cultura chinesa, como por exemplo, os enormes cavalos de terracota com 3 metros de altura instalados na entrada das unidades, um símbolo de proteção que remete à antiga cidade de Xi’an (os originais foram desenterrados da tumba do imperador Qin em 3. a.C.) e os guerreiros, também de terracota, que decoravam o interior dos restaurantes e representavam um símbolo de força e longevidade. Hoje em dia esses dois elementos são encontrados em todas as unidades da rede espalhadas pelo mundo.


Depois de se estabelecer durante a década de 1990 no mercado americano com unidades instaladas em várias importantes cidades do país como Las Vegas, Houston, Denver, New Orleans, Nova York, Chicago e Atlanta, em 2009 a rede iniciou sua expansão internacional com a inauguração de um restaurante na Cidade do México. Nos dois anos seguintes inaugurou restaurantes no Canadá, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e, em 2011, desembarcou na América do Sul, ingressando em mercados como Chile, Colômbia e Argentina. Além disso, em 2010, a rede resolveu estender sua marca para produtos de varejo com o lançamento, inicialmente sob licença da Unilever, da linha “P.F. Chang’s Home Menu”, composta por comidas e aperitivos congelados de alguns itens do seu cardápio.


Sucesso há mais de duas décadas nos Estados Unidos, a rede P.F. CHANG’S desembarcou no Rio de Janeiro em julho de 2014 com a inauguração de um restaurante na Barra da Tijuca com capacidade para atender 320 clientes. A unidade carioca segue o padrão internacional da rede para decoração, combinando um ambiente cenográfico (as tradicionais réplicas em terracota de cavalos e guerreiros de Xian, mural panorâmico chinês pintado à mão e o simpático Gato da Sorte, conhecido como Manekineko), atendimento, valorização dos ingredientes e modo de preparo de cada receita. O cardápio é vasto: são 70 pratos, boa parte quente, preparados nos tradicionais woks, com muitas opções sem glúten e vegetarianas. Pouco depois, outra unidade foi inaugurada em São Paulo, instalada na Av. Pres. Juscelino Kubitschek.


Hoje em dia tanto o cardápio como os ingredientes utilizados pela rede se mantém muito fiéis aos padrões internacionais. As adaptações são feitas em cada país mais aplicadas aos temperos, para se adequar ao paladar local. Dependendo do país, o cardápio sofre algumas mudanças para oferecer itens diferentes e respeitar alguns hábitos culturais. Por exemplo, no Oriente Médio a rede não vende carne suína ou bebidas alcóolicas. Em Porto Rico, oferece um corte de carne local com toque asiático e no Brasil o cardápio inclui chope, caipirinhas e um prato que não consta no menu original: o Asian Marinated New York Steak, que apesar do nome, trata-se de um corte premium de contrafilé.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas modificações ao longo dos anos, apesar de sempre manter a mesma tipografia de letra. Mais recentemente a marca começou a utilizar um logotipo mais limpo e abreviado, apenas com o nome P.F. CHANG’S.


Os slogans 
Acknowledge The Craving. 
Ignite The Night. (2011, linha Home Menu) 
Chinese cuisine and American hospitality. 
We are really glad you are here and we will do everything we can to make you come back.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 20 de julho de 1993 
● Fundador: Philip Chiang e Paul Fleming 
● Sede mundial: Scottsdale, Arizona 
● Proprietário da marca: P.F. Chang’s China Bistro, Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO & Presidente: Richard Federico 
● Faturamento: US$ 1.5 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Restaurantes: 256 
● Presença global: 15 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 26.000 
● Segmento: Restaurantes casuais 
● Principais produtos: Comida asiática (chinesa) 
● Concorrentes diretos: Benihana, Kona Grill, Pick Up Stix e Panda Express 
● Ícones: Os enormes cavalos de terracota na porta dos restaurantes 
● Slogan: Acknowledge The Craving. 
● Website: www.pfchangs.com.br 

A marca no mundo 
Hoje em dia a rede, que em julho de 2012 foi adquirida pela Centerbridge Partners, possui aproximadamente 260 restaurantes espelhados por 15 países como Estados Unidos, México, Argentina, Chile, Colômbia, Panamá, Costa Rica e Brasil. A P.F. CHANG’S é a maior rede de restaurantes causais de comida asiática do mercado americano. 

Você sabia? 
Na rede P.F. CHANG’S, os ingredientes são especialmente selecionados e chegam frescos diariamente aos restaurantes. 
Atualmente Chiang é consultor culinário, assegurando que o P.F. CHANG’S permaneça fiel à sua visão original de criar uma comida saborosa, que os clientes não podem obter em nenhum outro lugar. Ele também supervisiona o desenvolvimento de novos pratos e é responsável pelo cardápio atual. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Exame e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 21/7/2014

14.7.14

TELHANORTE


A rede TELHANORTE tem um profundo e especializado conhecimento em produtos para construção, proporcionando ao consumidor tudo o que ele precisa para construir, reformar ou decorar, com alta qualidade e a verdadeira garantia de preço baixo. Por isso, a rede se transformou na melhor solução no que se refere a produtos e serviços em todo ciclo da obra, desde a reforma, até o acabamento e a manutenção. 

A história 
A história começou em 1976 com o talento e espírito empreendedor de dois amigos, que na verdade também eram cunhados. Rinaldo Grecco, então com 25 anos e pouca experiência no varejo, e Lázaro Rosa, 27 anos, professor de física, resolveram ingressar no ramo da construção civil, que parecia bastante promissor na época. Eles fundaram a TELHANORTE como uma pequena distribuidora de madeiras e telhas no bairro do Jaçanã, zona norte da cidade de São Paulo. Aos poucos, o modesto negócio foi crescendo e conquistando seu espaço no mercado. A empresa se mudou para a Vila Galvão, onde ganhou um depósito maior e sua primeira loja, com 400 m², inaugurada no dia 20 de agosto de 1978.


Em 1980, apesar da economia brasileira viver a crise da inflação, a TELHANORTE consolidava cada vez mais sua marca no mercado incorporando ao seu negócio a distribuição de revestimento, o que garantiu novo impulso ao seu desenvolvimento. Aos poucos a rede passou a oferecer uma infinidade de produtos para construção e reforma. Em 1986 a rede já contava com três lojas em São Paulo: Fernão Dias, Vila Galvão e Marginal Tietê. Já em 1990, o mercado presenciou o amadurecimento e a evolução da rede que inaugurou cinco novas lojas. Na mesma época, a empresa iniciou o processo de centralização de logística, na cidade de Jundiaí, interior paulista.


Os rumos da empresa começaram a mudar em meados de 2000 quando o grupo Saint-Gobain, um dos dez maiores conglomerados industriais franceses, fundado em 1665 por ordem do rei Luís XIV, especialmente para a fabricação de vidros e espelhos para o Palácio de Versalhes, comprou a TELHANORTE. Em 2003 a rede investiu em um novo formato de loja e, de forma inovadora, inaugurou a PRO TELHANORTE, uma unidade especificamente voltada para o profissional da construção civil, que oferecia uma gama enorme de produtos especializados em um mesmo local. Esse formato ainda oferece serviços diferenciados, como por exemplo, o aluguel de ferramentas, assistência técnica, entrega 24 horas, corte de fios e cursos de aprimoramento profissional e cartão fidelidade. A expansão da rede para fora do estado de São Paulo começou em 2005 com a aquisição da Bordignon, rede líder no segmento de varejo da construção na região norte do estado do Paraná. Pouco depois, em 2006, a rede inaugurou sua primeira loja no estado de Minas Gerais, localizada na cidade de Belo Horizonte. A estratégia da TELHANORTE de investir em marcas próprias começou em 2007, com o lançamento da Prosteel, de ferramentas elétricas, seguida pela Coisas & Coisinhas, de utensílios domésticos, no ano seguinte.


Entre 2008 e 2009, a rede chegou a inaugurar 15 lojas: cinco próprias e dez resultantes da aquisição da Center Líder. O rápido crescimento gerou altos custos e uma piora acentuada nos resultados financeiros. Com um novo executivo no comando, a empresa tratou de melhorar a logística. Ampliou a área dos centros de distribuição, que passou de 60.000 m² para 100.000 m². Foram aplicados R$ 43 milhões para ampliar a armazenagem de produtos. Além disso, o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) foi completamente reformulado e o escopo de produtos diminuídos, deixando de lado, principalmente, o segmento da decoração, jardinagem, eletrodomésticos e utensílios. Isto porque, a TELHANORTE sempre foi reconhecida por trabalhar mais fortemente em reforma, acabamentos e manutenção.


Em 2011 a rede inaugurou um novo formato: TELHANORTE CONCEITO, uma loja cujo objetivo era responder às necessidades de consumidores, arquitetos e decoradores que buscam marcas e produtos exclusivos para acabamento com um atendimento exclusivo, em um ambiente sofisticado. Pouco depois, em 2013, após três anos reorganizando a empresa, a TELHANORTE, retomou seu processo de expansão. A empresa inaugurou o sexto centro de distribuição na região metropolitana de Belo Horizonte (MG) e estreou no comércio eletrônico, oferecendo cerca de 20 mil itens, entre materiais de acabamento, ferramentas e tintas, entre outros. Para 2014, a rede planeja inaugurar três lojas, localizada em Santos, Guarulhos e Raposo Tavares.


Ainda em 2013, alinhada às tendências de transformar lojas em ambientes de experiência para os consumidores, a rede lançou um projeto inovador no varejo da construção: o TELHANORTE EXPERIENCE, cuja proposta é levar entretenimento, conhecimento técnico e, sobretudo, uma experiência mais rica de compras para toda a família. Para o projeto foram desenvolvidos jogos customizados, como mosaico, argolas, gênius, memória, para fornecedores que entraram como parceiros na iniciativa. Com isso, o consumidor absorve conhecimento técnico sobre o produto ou a marca, além de ganhar brindes por sua participação. Ainda nesse ano a rede lançou o seguro Turma do Conserto, que conta com três tipos de planos que oferecem serviços de inspeção domiciliar, como revisão de instalação elétrica, troca de lâmpadas, tomadas e interruptores, verificação de possíveis vazamentos, instalação de olho mágico, limpeza de caixa d’água, entre outros.


A empresa atua fortemente na comunicação de massa para manter a marca viva na cabeça dos consumidores, através de campanhas publicitárias na TV, rádio e jornal. Além disso, patrocinou o quadro Lar Doce Lar, do Caldeirão do Huck, da Rede Globo, por quatro anos (2010-2013). Mais recentemente, em 2012, lançou a revista Telhanorte, uma publicação bimestral com tiragem de 200 mil exemplares, que traz ideias e informações para os clientes, tornando-se assim um novo canal de divulgação da marca, além de uma nova forma de relacionamento com seus consumidores. A rede também realiza, nos meses de outubro e novembro, época em que as pessoas preparam suas casas para o final do ano, a Gran Feira, cujo foco principal é acabamento. E também conta com o programa Obra Prima, que premia engenheiros, arquitetos e decoradores por seus projetos através do sistema de pontos. O profissional que se abastece de materiais comprados nas lojas da rede recebe uma parte em pontos equivalentes, para troca posterior por novos materiais.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por uma acentuada reformulação em 2008. Foi então que o logotipo da marca ganhou ícones coloridos que lembram uma casa, além de uma nova tipografia de letra.


Os slogans 
Você feliz é o nosso forte. (2012) 
Prazer em construir e reformar. (2009) 
Telhanorte, preço baixo é nosso forte.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1976 
● Fundador: Rinaldo Grecco e Lázaro Rosa 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Saint-Gobain Distribuição Brasil 
● Capital aberto: Não 
● Diretor geral: Manuel Corrêa 
● Faturamento: R$ 1.8 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 37 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 4.000 
● Segmento: Varejo (construção e reforma) 
● Principais produtos: Pisos, azulejos, materiais elétricos e materiais de construção em geral 
● Concorrentes diretos: C&C, Leroy Merlin e Dicico 
● Slogan: Você feliz é o nosso forte. 
● Website: www.telhanorte.com.br 

A marca no Brasil 
Atualmente a rede TELHANORTE possui 37 lojas localizadas nos estados de São Paulo (onde estão 30 unidades), Minas Gerais e Paraná, que oferecem um mix de produtos de 50 mil itens. A empresa conta também com um televendas de atendimento exclusivo para pessoa jurídica, com duas lojas PRO TELHANORTE, destinadas aos profissionais da construção, e com a loja TELHANORTE CONCEITO, destinada aos arquitetos, designers e decoradores. E claro, sete Centros de Distribuição. Dos 20 milhões de potenciais clientes que circulam por suas lojas anualmente, mais de 500 mil acabam comprando na rede varejista. 

Você sabia? 
É a única rede no país que oferece um home center com funcionamento 24 horas, a TELHANORTE MARGINAL, na cidade de São Paulo. 
A rede é a maior vendedora de pisos cerâmicos do mercado brasileiro. Por isso, a TELHANORTE possui um estoque de 3 milhões de metros quadrados de pisos e revestimentos. 
Aproximadamente 50% das vendas da rede são de entrega em domicílio, o que resulta em 40.000 a 45.000 entregas por mês. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios e Exame), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 14/7/2014