1.6.06

PIRELLI


Um carro rodando pela cidade, um bólido disputando uma corrida profissional. Caminhões transportando cargas pelas estradas mundo afora. Tratores arando a terra nos campos. Motocicletas rodando freneticamente pelas ruas. Ônibus transportando trabalhadores e turistas em todas as partes do mundo. Transmissões de informações através de cabos. Todas essas ações descritas, em boa parte, contam com algum produto da italiana PIRELLI, sinônimo de pioneirismo, inovação, pesquisa e novas tecnologias que literalmente fazem o mundo rodar.

A história
A empresa foi fundada com o nome de G.B. PIRELLI & C. no dia 28 de janeiro de 1872 na cidade de Milão por Giovanni Battista Pirelli, um jovem engenheiro, então com 24 anos, iniciando já no ano seguinte uma produção limitada de itens de borracha proveniente da Índia, como placas, correias e mangueiras em uma pequena fábrica de 1.000 m², que abrigava 40 operários e 5 empregados. Em poucos anos a PIRELLI iniciou a produção de todos os tipos de produtos derivados de borracha para os setores técnicos, industriais e científicos. Em 1879 teve início a produção de cabos para aplicações elétricas. O pneu PIRELLI, que tornaria a empresa e a marca tão conhecidas no mundo inteiro, nasceu em 1890 quando o departamento de borracha desenvolveu os pneus para bicicletas, conhecidos como MILANO.


O ano de 1899 foi muito importante para a empresa, marcando o início da produção de fios para telecomunicação e a produção de pneus para carros e motocicletas em bases experimentais. Dois anos depois, pesquisas levaram ao desenvolvimento do “Ercole”, um pneu para carro com grande aderência, que equipava alguns dos primeiros automóveis que rodavam nas estradas. Já em 1902, quando o termo globalização nem existia ou sequer era utilizado, a PIRELLI iniciou um processo de descentralização e internacionalização. Neste ano, foi instalada uma unidade na cidade espanhola de Barcelona para produção de condutores elétricos. A partir daí, a empresa ganhou o mundo e a marca PIRELLI passou a ser conhecida em muitos outros países. Em 1905 a empresa reorganizou sua produção de pneus para carros e motocicletas em escala industrial. Dois tipos de pneus eram produzidos em 35 tamanhos diferentes. Nesse mesmo ano a PIRELLI ingressou no segmento de pneus para veículos pesados, como caminhões e ônibus.


Nos anos seguintes a empresa começou uma grande expansão internacional com inauguração de uma filial na cidade de Londres para vender seus produtos em toda Grã Bretanha, no ano de 1909; e outra filial na Argentina, inaugurada em 1917, sendo esta a primeira fora da Europa. No final da década de 20, 80% dos carros italianos rodavam com pneus PIRELLI, provando a popularidade da marca neste segmento, especialmente em sua terra natal. Após a Segunda Guerra Mundial, em 1946, um amplo programa geral para renovar suas fábricas e equipamento foi implantado pelo grupo. Nos anos seguintes a empresa introduziu no mercado produtos revolucionários como o pneu radial CINTURATO, pneus radiais feitos com fios de aço e o primeiro pneu radial para motocicletas. A PIRELLI se posicionou no mercado através de um conceito elitizado e badalado, especialmente depois da associação com as montadoras Ferrari e a Lamborghini. Há marcas que, de tão fortes, parecem destinadas a nascer e se perpetuar como vieram ao mundo. A italiana PIRELLI, sinônimo de pneus, é uma delas. Em 2002, os responsáveis pelo marketing da empresa decidiram rodar por outra estrada – a da moda. Trata-se da linha de roupas e acessórios PZero, que tinha como carro chefe do projeto os calçados, um resultado do casamento do design com a tecnologia”. Em apenas três anos, o que para muitos era apenas uma aventura fadada ao fracasso, rendeu €35 milhões e ganhou outros itens, incluindo roupas e acessórios, como óculos e relógios.


Atualmente, em linha com sua estratégia de atuação Green Performance, a PIRELLI, sempre focada em pesquisa e desenvolvimento, trabalha com uma atenção cada vez maior para os produtos e serviços de alta qualidade e tecnologia e baixo impacto ambiental. Com isso, a PIRELLI é a primeira e única marca a lançar uma linha completa de pneus verdes, que alia sustentabilidade, desempenho e economia. A linha é composta pelos novos Cinturato P1, Cinturato P7 e Scorpion Verde All Season. Estes novos produtos nascem com tecnologia de última geração, pesam cerca de 8% a menos que os correspondentes tradicionais e utilizam materiais inovadores, permitindo reduzir o consumo de combustível e as emissões de CO2 dos automóveis, aliados ao máximo desempenho.


A linha do tempo
1882
Início da produção de fios elásticos têxteis, sendo exportado para toda a Europa.
1885
Início da produção de redias de borracha para carruagens.
1905
Início da produção de pneus maciços para veículos pesados.
1915
Ingressa no mercado aeronáutico com a produção de pneus para aviões.
1927
Lançamento do pneu de corrida SUPERFLEX STELLA BIANCA.
1953
Lançamento do pneu radial CINTURATO, marcando a estreia da empresa no setor da tecnologia radial.
1955
Lançamento do primeiro pneu radial para tratores, o TRACTOR CINTURATO.
Lançamento do seu primeiro barco pneumático, batizado de NAUTILUS. Era na verdade um protótipo de um bote salva-vidas, que daria origem ao primeiro superbote da marca, cujo nome era LAROS. Nos dias de hoje, essas lanchas de alta velocidade, fazem parte do portfólio da grife PIRELLI PZero, que também produz roupas e acessórios de luxo.
1972
O pneu CINTURATO passa a ser fabricado com fios de aço.
Lançamento do P7, um pneu desenvolvido para uso em rali. Foi a partir dele que os modernos pneus de perfil baixo foram desenvolvidos nos anos seguintes.
1973
Lançamento do pneu P3, um radial feito com fios de aço para ser utilizado por automóveis.
1983
Lançamento do MP7, se tornando a primeira empresa do segmento a introduzir o pneu radial para motos.
1984
Lançamento dos pneus P600 e P700 para automóveis.
1994
Lançamento do PZERO, pneu premium de alto desempenho e perfil baixo.
2002
Lançamento da linha de roupas e acessórios PZero, inicialmente com a introdução de calçados.
2012
Lançamento do Cyber™ Fleet, um sistema que permite o monitoramento automático da pressão e temperatura do pneu em tempo real.


Uma verdadeira grife
Inovação, tecnologia, desempenho e pesquisa são as características que fazem dos pneus da marca italiana os equipamentos originais preferenciais de fabricantes de automóveis de renome. PZero™, Cinturato™ e a linha de inverno da PIRELLI tem grande demanda como equipamentos dos mais novos modelos de prestígio de algumas das melhores montadoras do mundo. Na realidade, as parcerias entre a PIRELLI e os principais fabricantes de automóveis na produção de pneus marcados estão se tornando cada vez mais comuns. Esses pneus especiais podem ser reconhecidos pelas iniciais ou a marcação no flanco, indicando o desenvolvimento conjunto com um determinado fabricante de automóvel. Os pneus marcados são do tipo aprovado diretamente pelo fabricante e constituem o complemento perfeito do modelo do veículo para o qual foram criados. Em particular, a marcação representa o nível máximo do processo de ajuste fino, adicionando o toque de acabamento aos mais recentes desenvolvimentos tecnológicos do setor automobilístico. Aston Martin, Audi, Bentley, BMW, Jaguar, Lamborghini, Mercedes-Benz e Porsche são apenas algumas das marcas que mantêm contratos de OE de longo prazo com a PIRELLI. Por exemplo, o PZero™ equipa atualmente o modelo Aston Martin DB9 coupé e Volante, bem como o Jaguar XFRS, a nova geração do Porsche Panamera e do BMW X1 e X3.


A tradição nos esportes
A associação da marca PIRELLI com as corridas de automóveis começou em 1907 quando um carro italiano, batizado de “Itala”, dirigido pelo príncipe Scipione Borghese, o jornalista Luigi Barzini e o motorista Ettore Guizzardi, conquistou a primeira vitória no rali Paris-Pequim utilizando pneus da marca italiana. A primeira vitória gerou uma tradição de sucesso esportivo tanto sobre duas quanto sobre quatro rodas. Tal sucesso foi consolidado, através dos anos, por pilotos talentosos e vencedores como Tazio Nuvolari, Alberto Ascari e Juan Manuel Fangio.


A estreita relação com a F1™
Quando o piloto francês Georges Boillot ganhou no dia 12 de julho de 1913 o Grande Prêmio Automobilístico da França no circuito da Picardia, pilotando um Peugeot de 5.6 litros equipado com pneus PIRELLI, ele deu a marca italiana sua primeira vitória em um grande prêmio internacional, naquilo que essencialmente pode ser considerado a pré-Formula 1™. Nos anos seguintes outras conquistas vieram, começando em 1921 com uma vitória no Grande Prêmio Italiano em Brescia, com Jules Goux; em setembro de 1922, na inauguração da pista Monza com Pietro Bordino; e em 1924, com a vitória de Giuseppe Campari, um piloto de Milão, na corrida de Lyon, França, na qual ele conduziu um Alfa Romeo número 10, com pneus PIRELLI que já utilizavam tecnologia “cord” de fios sem “emendas”, melhorando assim a confiabilidade. A primeira manchete na capa da Revista Pirelli, de volta em novembro de 1948, mostrava a foto de Tazio Nuvolari, que nos anos 30 ajudou a Alfa Romeo e a PIRELLI a realizarem boas participações na Formula 1™ (que não era conhecida até então). Nesta época, a Formula 1™ tinha sido oficialmente criada e o carro vencedor foi o Alfa Romeu 158 com pneus PIRELLI, pilotado por Jean-Pierre Wimille. O abandono da Alfa Romeo em 1952 deixou o caminho livre para o surgimento de uma estrela, a Maserati. Com pneus da PIRELLI, esses carros alcançaram sucessos com o argentino Juan Manuel Fangio: ele pilotou o Maserati 250F até a vitória, ganhando o Campeonato Mundial tanto em 1954 quanto em 1957. Esta última vitória foi obtida usando os “pneus remanescentes” do depósito da PIRELLI, após o fabricante de Milão ter deixado a categoria no ano anterior.


A empresa italiana só voltaria à Formula 1™ em 1981 com o Toleman-Hart TG 181 pilotado por Brian Henton e Derek Warwick. Os pneus P7 utilizados eram do tipo radial com perfil assimétrico. Ou seja, o rebaixo interno era mais arredondado do que o externo, aumentando assim a capacidade de direção do veículo e a aderência no asfalto devido à compensação da cambagem negativa que os pneus radiais de corrida exigem. Nos anos seguintes a PIRELLI forneceria pneus para equipes tradicionais como Osella, Lotus JPS, Toleman (que tinha como piloto de testes um jovem chamado Ayrton Senna), Brabham-BMW e Ligier. No final da temporada de 1986, a marca se retirou novamente da categoria, mas voltaria três anos depois fornecendo pneus para as equipes Brabham, Minardi, Dallara e Zakspeed. Em 1991, além da Benetton, que tinha um tal de Michael Schumacher como co-piloto, a PIRELLI também foi fornecedora da Brabham, da Scuderia Italia e da Tyrrell, conquistando importantes vitórias. Em 2011, após vinte anos de ausência, a PIRELLI voltou a ser fornecedora (exclusiva) de pneus para a F1 ao assinar um contrato de três anos (até 2013). O principal objetivo da PIRELLI, além da enorme exposição gerada, é tornar as corridas mais emocionantes em um dos maiores espetáculos da Terra e ajudar nas carreiras de pilotos jovens fornecendo pneus também para a GP2 e a GP3. Os pneus para competições são produzidos em uma fábrica próxima a Istambul na Turquia, que opera com tecnologia de última geração. Somente para a temporada de 2012, a PIRELLI forneceu 31.800 pneus, dos quais 22.500 slick (secos) e 9.300 de chuva, mais um adicional de 6.600 para os testes (não incluindo pneus de desenvolvimento).


Arte e ousadia em formato de calendário
Em 1964, a empresa lançou, pela primeira vez, o famoso CALENDÁRIO PIRELLI, um ícone das artes visuais, com imagens de Robert Freeman, o fotógrafo oficial dos Beatles, na fantástica Ilha espanhola de Palma de Mallorca mostrando mulheres vestidas com discretos maiôs. Inicialmente o calendário, idealizado pela equipe de marketing da empresa no Reino Unido, era dado como brinde aos melhores clientes. Essa ação chamou a atenção para a marca e se tornaria ao longo dos anos uma poderosa ferramenta de marketing e um símbolo de sua comunicação. Não demorou muito para que o calendário se tornasse cult e desejado por todos os cantos do mundo, especialmente na Inglaterra, onde fez fama. Outro fato marcante é que o calendário nunca foi comercializado, sendo distribuído apenas para pessoas selecionadas, o que ajudou a criar toda a lenda ao redor do objeto e o transformou em peça rara. Com o passar dos anos, os ensaios fotográficos começaram a se tornar mais picantes, provocantes e sensuais. Em 1972 apareceram pela primeira vez modelos com os seios à mostra. Os homens conquistaram uma edição especial em 1998, com fotos do “bluesman” B.B. King, do cantor Bono Vox, da banda U2, e do ator Robert Mitchum.


O cultuado calendário, disputado por colecionadores do mundo inteiro, não foi publicado em 1967 e entre os anos de 1975 e 1983. Já com um foco mais maduro - através de ensaios inspirados nos próprios pneus da marca - o CALENDÁRIO PIRELLI retornou com força total em 1984, mostrando modelos em poses mais sensuais e ousadas do que anteriormente. Quem deu essa “nova cara” ao produto foi Martyn Walsh, que ficou na direção artística até 1994. Depois disso, todo esse trabalho foi transferido para a sede em Milão, que tirou as referências publicitárias e voltou às origens com fotos mais artísticas e um erotismo discreto. A 35ª edição do CALENDÁRIO PIRELLI, a primeira realizada na Ásia, foi lançada em 2008. Já a 37ª edição, lançada em 2009, prestava uma homenagem às origens do projeto. Entre as famosas da folhinha, destacavam-se as brasileiras Ana Beatriz Barros e Gracie Carvalho, a australiana Miranda Kerr, Marloes Horst, da Holanda, a britânica Lily Cole e Georgina Stojilijtoric, da Sérvia. Essa edição aderiu à tendência do natural e abusou de imagens sem retoques, em que a naturalidade prevalece sobre a técnica. O criador da 40ª edição do famoso calendário é Steve McCurry, um dos fotógrafos mais renomados do mundo, que clicou beldades na cidade do Rio de Janeiro. Cultuado no mundo inteiro por perpetuar a beleza de mulheres de diferentes nacionalidades, o CALENDÁRIO PIRELLI tornou-se um dos objetos mais cobiçados do planeta. Exemplares antigos são comercializados por alguns milhares de reais na Internet. Algumas de suas fotografias foram incorporadas a coleções de grandes museus, como o MASP.


Campanhas que fizeram história
Em 1994, o atleta americano Carl Lewis assinou contrato com a PIRELLI para fazer uma série de comerciais que se tornariam famosos. No ano de 1998 a marca introduziu no mercado o famoso slogan “Power is nothing without control” (Potência não é nada sem controle), que se tornou um dos mais conhecidos e cultuados do mundo.


A evolução visual
O logotipo da PIRELLI talvez seja um dos mais conhecidos e populares do mundo dos negócios. Mas para chegar até sua identidade visual dos dias de hoje, a marca passou por acentuadas remodelações ao longo dos anos. O famoso “P Lunga” (conhecido tradicionalmente como o “P alongado”) surgiu por volta de 1908. Esse P alongado tinha uma justificativa: representava a elasticidade da borracha. Após sofrer inúmeras alterações, especialmente em relação à tipologia de letra, o tradicional logotipo como conhecemos hoje foi criado em 1945, quando adotou definitivamente a cor vermelha. Anos mais tarde este logotipo ganharia uma caixa amarela de fundo.


Dados corporativos
● Origem: Itália
● Fundação: 28 de janeiro de 1872
● Fundador: Giovanni Battista Pirelli
● Sede mundial: Milão, Itália
● Proprietário da marca: Pirelli & C. S.p.A.
● Capital aberto: Sim (1922)
● Chairman: Marco Tronchetti Provera
● CEO: Francesco Gori
● Faturamento: €5.79 bilhões (2011)
● Lucro: €451.6 milhões (2011)
● Valor de mercado: €4.3 bilhões (dezembro/2012)
● Fábricas: 22
● Presença global: + 160 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 36.000
● Segmento: Pneus
● Principais produtos: Pneus e itens de moda
● Concorrentes diretos: Goodyear, Bridgestone, Michelin, Continental e Dunlop
● Ícones: O “calendário Pirelli” e o P Lunga
● Slogan: Power is nothing without control.
● Website: www.pirelli.com

A marca no Brasil
Em 1929, a PIRELLI começou a escrever sua história no Brasil com a aquisição da Conac, uma pequena fábrica de condutores elétricos instalada na cidade de Santo André, em São Paulo. Em 2005, com a venda mundial da Pirelli Energia Cabos e Sistemas e da Pirelli Telecomunicações Cabos e Sistemas, a subsidiária brasileira direcionou o seu foco para o setor de pneus. Uma das mais importantes unidades de negócios do Grupo PIRELLI em todo o mundo, a subsidiária brasileira, com mais de onze mil funcionários, representa cerca de 20% das vendas globais da empresa. A estrutura da PIRELLI no país é composta por escritórios comerciais localizados nas principais capitais, a mais ampla rede autorizada de revenda e serviços (mais de 550 pontos de venda) e cinco fábricas espalhadas em território nacional (Gravataí-RS, Campinas-SP, Santo André-SP, Sumaré-SP e Feira de Santana-BA), que produzem pneus para automóveis, caminhonetes, motos, scooters, bicicletas, caminhões, ônibus, tratores, máquinas agrícolas e veículos pesados voltados para a construção civil e uso industrial.


É também no Brasil que está localizado um dos três Centros de Pesquisa e Desenvolvimento da Pirelli Pneus no mundo - os outros dois estão na Alemanha e na Itália. O Centro de Pesquisa de Desenvolvimento da unidade brasileira, por sua vez, possui um moderno e completo laboratório indoor de avaliação e estudo, localizado em Santo André (SP), além de um laboratório outdoor - o Campo de Provas Pirelli, em Sumaré (SP) - voltado para a realização de testes mais rigorosos. O Campo de Provas Pirelli no Brasil, aberto em 1988, é a primeira pista de testes de um fabricante de pneus em toda a América Latina. É também no Brasil que está a maior fábrica de pneus de caminhões e ônibus da PIRELLI, além do único centro de produção de pneus para bicicletas e tratores da empresa.


A marca no mundo
A empresa é mais reconhecida por seus pneus, área em que conta com 22 fábricas em 12 países (localizadas na Itália, Brasil, Argentina, Egito, Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, Espanha, Turquia e Venezuela) com capacidade de produção para 66 milhões de pneus anualmente, 3 Centros de Pesquisa e Desenvolvimento e mais de 36 mil funcionários, com presença em mais de 160 países. Seus produtos são vendidos através de uma rede de aproximadamente 10.000 distribuidores e varejistas. A Europa é o maior mercado da marca - sendo que a Itália absorve 18% desse total - seguidos por América do Norte e América do Sul.

Você sabia?
A PIRELLI é a quinta maior produtora de pneus do mundo.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Newsweek, BusinessWeek e Time), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 5/12/2012

2 comentários:

Edgard Willys Pedersen disse...

... So big and what !PIRELLI refuse to reproduce some vintage tires 6.50x20/700x20/7.50x20 by special order from costumer who cant buy these size here in this land BRAZIL . Their answer are without respecting and disgusting to those custumers whom ask for these tires . In the past Pirelli made good business with,and all are forgotten now ...

Best regard Edgard

Anônimo disse...

Prefiro os pneus BRIDGESTONE