3.7.10

SARA LEE

Para a empresa americana SARA LEE, negócios são marcas. Marcas líderes. Marcas de confiança. Por isso, milhões de consumidores em todos os continentes confiam nos produtos da marca SARA LEE para preparar uma alimentação saborosa, fazer um lanche rápido ou degustar um café de sabor marcante. No Brasil, dificilmente ao tomar um café o consumidor não estará degustando alguma marca da empresa americana.
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A história
Tudo começou no ano de 1939 quando o canadense Nathan Cummings comprou por US$ 5.2 milhões a empresa C.D. Kenny Company, uma pequena distribuidora de açúcar, café e chá estabelecida em 1870 na cidade americana de Baltimore. Pouco depois, em 1942, com o bom andamento dos negócios ele adquiriu outra empresa, a Sprague, Warner & Company, uma distribuidora de comidas enlatadas e embaladas. Nesta época, a empresa foi realocada para a cidade de Chicago no estado de Illinois e passou a adotar o nome de Sprague Warner-Kenny Corporation. Após pequenas outras aquisições, em 1945, a empresa comprou a Reid, Murdoch and Company, proprietária da famosa marca Monarch. Depois de mudar de nome mais uma vez, passou a chamar Consolidated Grocers Corporation, a empresa abriu seu capital na Bolsa de Valores em 1946. Nesta época, o faturamento da empresa atingia US$ 123 milhões.
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Na década de 50, a empresa se firmou no mercado e popularizou-se com a tendência em produzir e distribuir alimentos processados e embalados. Com uma política agressiva de promoções nos pontos de venda para manter o melhor espaço possível para seus produtos nas prateleiras dos supermercados, a empresa crescia em um ritmo forte e consistente. Em meados desta década, no ano de 1956, a empresa adquiriu a The Kitchens of Sara Lee, fabricante de pães, bolos e comidas congeladas, que adquiriu esse nome depois que seu fundador, Charles Lubin, resolveu batizar sua nova linha de cheesecakes com o nome de sua filha mais nova. Com essa aquisição a empresa assegurou forte posição no mercado americano de congelados.
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A empresa também diversificou seu ramo de atuação ao comprar a rede de supermercados Piggly Wiggly, ingressando assim no varejo de alimentos. A década de 60 foi marcada pela expansão internacional para a Europa e América do Sul através de aquisições de outras empresas. A primeira delas foi uma produtora de vinagre da Venezuela, adquirida em 1962. Pouco depois, em 1964, adquiriu a E. Kahn's Sons Company, empresa fabricante de produtos a base de carne, ingressando em um novo segmento de mercado na aérea alimentícia.
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Nesta década, devido a um acordo com autoridades econômicas americanas, sua divisão de supermercados se tornou uma empresa independente. A década também foi marcada pelas primeiras aquisições fora do segmento alimentício, com a compra de empresa de produtos de limpeza e roupas. Nos anos 70, a empresa diversificou suas atividades passando a comercializar, além de alimentos, bebidas, roupas íntimas, aparelhos domésticos e produtos de higiene pessoal. As aquisições mais importantes da década foram: Hillshire Farm, tradicional produtora de carnes embaladas, em 1971; Douwe Egberts, tradicional produtora de café holandesa, em 1978; e Hanes, tradicional produtora de roupas americana, em 1979.
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Somente em 1985 a empresa adotou oficialmente o nome de SARA LEE CORPORATION, isto em virtude da extrema força e popularidade de sua principal marca de alimentos. Ainda neste mesmo ano a empresa adquiriu a marca Kiwi, que entre outros produtos para os cuidados de sapatos, era extremamente conhecida por suas graxas e polidores. Outra aquisição importante foi a compra da Hygrade Food Products, produtora de salsichas, bacon e presuntos, incluindo a tradicional marca Ball Park (salsichas para hot dog).
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A partir do final desta década, a empresa iniciou o lançamento e expansão da marca de alimentos SARA LEE, incluindo uma linha com produtos mais em conta. Nos anos 90 a SARA LEE continuou crescendo através de aquisições, gastando somente nos três primeiros anos US$ 1.7 bilhões para comprar marcas tradicionais como a Playtex (produtos para cuidados pessoais) e Brylcreem (gel de cabelo). Depois de passar por uma imensa reestruturação no final desta década, a empresa iniciou a aquisição de várias marcas de cafés pelo mundo afora, incluindo algumas tradicionais no mercado brasileiro.
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No início do novo milênio ocorreu mais uma grande reestruturação, culminando com a demissão de 13.000 pessoas, e a empresa resolveu investir em três áreas principais: comidas e bebidas (incluindo cafés), vestuário e cuidados pessoais. Em 2004, a executiva Brenda C. Barnes assumiu o comando da SARA LEE, e nos anos seguintes a empresa iria sofrer grandes transformações. As principais novidades iniciais foram o lançamento no mercado americano do sistema de café expresso Senseo e de uma completa linha com a marca SARA LEE de pães saudáveis, feitos com vários tipos de grãos. A venda de marcas que causavam prejuízo começou com a Tupperware. Pouco depois, a divisão de vestuário, compreendida principalmente pela marca Hanes, se tornou uma empresa independente.
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Recentemente, em 2009, como estratégia de focar seus negócios em alimentos e bebidas, a SARA LEE vendeu parte da divisão de higiene pessoal por €1.27 bilhões para a multinacional anglo-holandesa Unilever. A transação engloba as marcas Brylcreem (gel de cabelo) Radox (desodorante, gel de banho e sabonete líquido para as mãos), além de produtos de higiene pessoal Zwitsal, da Holanda, e Duschdas, da Alemanha, e o braço europeu de detergentes do grupo. Entre as marcas que continuarão com a SARA LEE estão: graxa para sapatos Kiwi, os perfumadores de ar Ambi Pur e os inseticidas Ridsect.
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As principais marcas
A empresa, além da marca SARA LEE (pães, bolos, condimentos, frios, sorvetes e comidas congeladas), comercializada nos Estados Unidos, Austrália e Reino Unido, possui mais de 100 outras reconhecidas marcas nas categorias alimentos, produtos de limpeza e cosméticos, sendo que muitas delas são líderes de mercado nos países que atuam.
● Ambi Pur: purificadores de ar
● Ball Park Franks: Salsichas
● Butter Krust: pães
● Bryan Foods: Salsichas, lingüiças, presuntos e salame
● Caboclo: cafés (Brasil)
● Café do Ponto: cafés (Brasil)
● Café Moka: cafés (Brasil)
● Café Pilão: cafés (Brasil)
● Colonial Bread: pães
● Douwe Egberts: cafés e derivados
● Hillshire Farm: salsichas e lingüiças
● Jimmy Dean: salsichas, hambúrgueres, presuntos e bacons
● Kiwi: polidores de sapatos
● Maison du Café: cafés
● Pickwick: chás
● Prodent: pasta de dente
● Ridsect: inseticidas
● Sanex: cosméticos para o corpo
● Seleto: cafés (Brasil)
● Senseo: máquinas automáticas e saches para café expresso
● State Fair: salsichas empanadas
● Sumbean: pães
● Zendium: pasta de dente
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Os logotipos
A empresa utiliza dois logotipos distintos com o nome SARA LEE: um para a comunicação corporativa e outra para sua principal marca de alimentos.
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Os slogans
The joy of eating. (2006)
Nobody doesn't like Sara Lee.
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 1939
● Fundador: Nathan Cummings
● Sede mundial: Downers Grove, Illinois
● Proprietário da marca:
Sara Lee Corporation
● Capital aberto: Sim (1946)
● Chairman & CEO:
Brenda C. Barnes
● Faturamento: US$ 12.8 bilhões (2009)
● Lucro: US$ 364 milhões (2009)
● Valor de mercado: US$ 9.3 bilhões (julho/2010)
● Marcas: + 100
● Presença global: 180 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 41.000
● Segmento:
Bens de consumo
● Principais produtos: Alimentos, cafés e cosméticos
● Principais marcas: Sara Lee, Hillshire Farm, Senseo, Café do Ponto e Café Pilão
● Slogan:
The joy of eating.
● Website:
www.saralee.com
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A marca no Brasil
A SARA LEE ingressou no mercado brasileiro em 1998 com a aquisição da tradicional Café do Ponto. Era apenas o início de uma bem sucedida empreitada no segmento de cafés, que transformaria a empresa americana em um dos gigantes do mercado nesta categoria. Rapidamente a SARA LEE comprou outras marcas famosas do setor como a Seleto (em 1999); Café Pilão, União (licenciada por um período de dez anos) e Caboclo (2000); e mais recentemente os tradicionais cafés Moka e Jaraguá (2008), passando a deter as grandes marcas atuantes de café com qualidade superior no Brasil. A empresa também já foi dona de marca tradicionais em outras categorias como os sabonetes Phebo, as cuecas Zorba e as meias Kendall, mas se desfez delas para se concentrar no segmento de cafés. Atualmente a divisão brasileira emprega mais de mil trabalhadores nas unidades de produção de Barueri (SP) e do bairro da Móca, na capital paulista.
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A marca no mundo
A SARA LEE, que produz alimentos (carnes embaladas, pães, bolos e comidas congeladas), bebidas (cafés e chás) e artigos de higiene sob 100 diferentes marcas, está presente em mais de 180 países ao redor do mundo empregando 41 mil pessoas e alcançando faturamento superior a US$ 12.8 bilhões.
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Você sabia?
A principal executiva da empresa, Brenda Barnes, é considerada atualmente uma das mulheres mais influentes no mundo dos negócios.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 5/7/2010

LONGCHAMP


Suas bolsas misturam de forma única o estilo clássico com grafismos, símbolos e cores chamativas criando uma ousadia luxuosa. São vistas à tiracolo desfilando junto à celebridades pelos ambientes mais descolados do mundo. Foi assim que a francesa LONGCHAMP, cujos produtos são focados no estilo das parisienses, conseguiu se transformar em uma das marcas da moda mais desejadas do segmento de luxo. 

A história 
A empresa iniciou suas atividades no dia 23 de setembro de 1948 quando o empresário Philippe Cassegrain começou a vender produtos para tabaco e cachimbos na cidade de Paris. Batizou seu novo negócio com o nome LONGCHAMP (que traduzindo do francês significa “campo longo”), inspirado em uma famosa e tradicional corrida francesa de cavalos. O visionário transformou o negócio de tabaco da família em uma loja de exclusivos cachimbos envoltos por couro e fabricados por excelentes artesãos, que rapidamente se tornaram itens de luxo entre os franceses, especialmente pela qualidade superior do produto. Em 1955, o empresário expandiu seus negócios, abrindo uma fábrica em Segré, a 300 quilômetros de Paris, para produzir outros acessórios em couro, como carteiras, malas e bolsas, pelos quais sua marca ficaria conhecida em todo o mundo. Os cachimbos apareceram pela última vez no catálogo da empresa em 1978.


No início dos anos de 1970, a LONGCHAMP introduziu no mercado, inicialmente no Japão, a linha de bolsas LM, principal responsável por tornar a marca francesa reconhecida no segmento de acessórios de couro femininos. Essa linha tinha como principal característica a estampa formada pelo tradicional símbolo do cavaleiro da marca entrelaçado com pequenos cintos formando vários quadrados. Esta década foi marcada também pela inauguração, em 1979, das primeiras boutiques da marca no Japão e em Hong Kong. Nos anos de 1980, Philippe Cassegrain, filho do fundador da empresa, assumiu o comando e iniciou uma expansão internacional com a inauguração de lojas próprias pela Europa, abrindo unidades na Alemanha e Bélgica.


A primeira loja na França seria inaugurada somente em 1988 na cidade de Paris. Ele também foi o responsável pela diversificação da linha de produtos, passando a comercializar luvas, echarpes, gravatas, cintos, uma pequena coleção de roupas e até guarda-chuvas. Em 1993 a marca francesa lançou a famosa Le Pliage (uma ousada e informal bolsa de náilon com detalhes em couro, que ao ser dobrada ficava do tamanho de uma pequena carteira), produto que ajudou a LONGCHAMP a se projetar internacionalmente e penetrar em outros mercados importantes, como por exemplo, o americano, onde o item se transformou em um enorme sucesso. Desde a sua introdução, a Le Pliage já vendeu mais de 26 milhões de unidades no mundo todo, ganhando até versões em couro, diversas cores e quatro tamanhos (pequena, média, grande e extra grande).


A partir de 2000, a LONGCHAMP iniciou sua associação com artistas e estilistas badalados para renovar sua linha de produtos. O americano Jeremy Scott, o britânico Tracy Emin e o arquiteto inglês Thomas Heatherwick (responsável pela criação e decoração da moderna butique da marca no descolado bairro do SoHo, inaugurada em 2006) criaram modelos exclusivos que ajudaram a tradicional marca francesa a se reinventar no mundo da moda. Um exemplo disso foi o debochado estilista Jeremy Scott, que criou uma divertida linha de bolsas batizada de Ceci est un it bag (em tradução livre “Isso é a bolsa do momento”), uma brincadeira com o famoso quadro de René Magritte, de 1928, Ceci n’est pas une pipe (“Isso não é um cachimbo”), fazendo uma clara referência aos primórdios da marca, quando ainda era uma tabacaria. Em 2005, mais uma prova de ousadia da LONGCHAMP: a polêmica modelo Kate Moss se transformou na garota-propaganda da marca. Pouco depois, em 2007, a LONGCHAMP lançou, inicialmente restrita ao mercado europeu, uma pequena coleção de prêt-à-porter, além de uma sofisticada linha de sapatos.


Depois de investir em lojas na Venezuela, no Chile e no México, a marca francesa desembarcou no Brasil com a inauguração, em maio de 2008, de uma loja no luxuoso shopping Cidade Jardim em São Paulo. Ainda este ano, ao comemorar 60 anos, além das festas realizadas em cidades como Paris, Tóquio e Nova York, a marca francesa lançou uma coleção exclusiva de 60 bolsas para comemorar tão importante data, criadas pelo design belga Jean-Luc Moerman com grafismos inspirados na arte da tatuagem. Ainda para comemorar a importante data, a marca também relançou uma coleção dos anos 70 da linha LM, desenhada pelo fundador da empresa. Em 2009 a marca iniciou a comercialização de produtos da linha náutica e esportiva, abrangendo assim um público ainda mais diverso.


No ano seguinte a marca francesa deu mais uma demonstração de ousadia ao lançar no mercado uma coleção de bolsas assinada pela modelo Kate Moss, que rapidamente se transformou em um enorme sucesso de vendas. Com sofisticadas lojas inauguradas recentemente em Pequim, na China, e em Osaka, Japão, a marca francesa deu demonstrações de que esses mercados são considerados prioritários para seu crescimento mundial. A cada ano, são lançados 300 novos modelos de bolsas, produzidos nas seis fábricas da empresa, todas localizadas na França, comprovando o sucesso da LONGCHAMP que prioriza a qualidade e o design único de seus produtos. Combinando luxo acessível, habilidade e um toque francês, a marca LONGCHAMP se tornou protagonista neste segmento tão disputado.


A evolução visual 
Atualmente, apesar de não utilizar mais o famoso cavaleiro montado em um cavalo longilíneo, este tradicional símbolo e ainda muito associado à marca francesa, aparece em algumas linhas de produtos e comunicação da LONGCHAMP.


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Fundação: 23 de setembro de 1948 
● Fundador: Jean Cassegrain 
● Sede mundial: Paris, França 
● Proprietário da marca: Longchamp S.A.S. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Philippe Cassegrain 
● CEO: Jean Cassegrain 
● Faturamento: €454 milhões (2012) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 250 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.300 
● Segmento: Moda de luxo 
● Principais produtos: Bolsas, carteiras, malas e calçados 
● Concorrentes diretos: Coach, Fendi, Furla, Marc Jacobs e Lancel 
● Ícones: O cavaleiro montado em um cavalo 
● Website: www.longchamp.com 

A marca no mundo 
Atualmente a marca LONGCHAMP, que comercializa especialmente bolsas, carteiras, pastas e malas, está presente em 100 países ao redor do mundo, vendendo seus produtos através de mais de 250 lojas próprias e mais de 1.800 pontos de venda, geralmente localizadas dentro de sofisticadas lojas de departamento, multimarcas e aeroportos. Anualmente a marca produz quatro milhões de bolsas, o que ajudou a alcançar em 2012 um faturamento de €454 milhões (aproximadamente dois terços deste montante são provenientes da Europa). No Brasil, além da flaship store localizada no Shopping Cidade Jardim, e lojas no JK e Iguatemi, na capital paulista, a LONGCHAMP possui unidade no Dutyfree do aeroporto internacional do Rio de Janeiro. 

Você sabia? 
Atualmente a LONGCHAMP é comandada pelo neto do fundador, Jean, que carrega o mesmo nome de seu avô. Além disso, outros dois netos, Sophie e Oliver estão na linha de frente da empresa, como diretora artística e diretor de butiques nos Estados Unidos, respectivamente. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 19/12/2013

1.7.10

REPLAY

Se a moda jeans faz roupas que traduzem o modo de vestir de milhões de pessoas, se pode dizer que também neste universo há espaço para aquele pequeno número que podem optar pelo melhor. A italiana REPLAY é uma das marcas com estilo genuíno e despretensioso, desejada por quem pode pagar caro por seus impecáveis e descolados jeans, que são vistos desfilando nos corpos de várias celebridades mundiais.

A história
A história de um dos maiores ícones da moda italiana casual começou no ano de 1978 na pequena cidade de Asolo quando Claudio Buziol registrou a REPLAY como marca. O nome foi escolhido depois que ele assistiu à uma partida de futebol na TV: A palavra “Replay” aparecia no cantinho da tela todas as vezes que reprisavam os lances mais bonitos do jogo. Três anos mais tarde ele fundou a Fashion Box, empresa especializada em moda casual que comercializaria produtos com a marca REPLAY. Inicialmente fabricando camisas e camisetas despojadas e informais, a marca rapidamente passou a também vender calças jeans, que ganharam a reputação de duráveis, modernas e traziam o inédito processo de envelhecimento do tecido. No final da década, em 1987, a marca já estava presente em vários mercados internacionais e conquistava um sucesso enorme entre as pessoas mais jovens e modernas. Pouco depois, em 1989, a REPLAY reinventou o jeans double-ring com o lançamento de calças de alta qualidade, cortes perfeitos e preços mais caros que os demais concorrentes, criando assim o primeiro jeans premium do mundo. O sucesso foi tanto, que em apenas dois anos, a produção atingia 1 milhão de calças.


Somente no final de 1991 a marca inaugurou sua primeira loja própria na cidade de Milão, considerada a capital mundial da moda. Ao lado de camisetas e calças jeans, a marca italiana iniciou a diversificação de sua linha de produto com a adição de vários acessórios em suas coleções. Ainda neste ano criou a Replay & Sons, uma linha especialmente desenvolvida para crianças entre 2 e 12 anos.


O sucesso da primeira loja foi tamanho que no ano seguinte a marca inaugurou 16 novas unidades e assistiu seu faturamento atingir US$ 50 milhões. No ano seguinte foi inaugurada sua primeira loja âncora em Nova York. Foi neste mesmo ano que a REPLAY veiculou sua primeira campanha publicitária na televisão. Nos anos seguintes a marca italiana experimentou um enorme crescimento, com lojas sendo inauguradas, em média a cada dez dias, nas mais diversas cidades do mundo. Além disso, intensificou a diversificação de produtos com o lançamento de uma linha de roupas íntimas (1994) e óculos escuros (1997).


Em 2000, a REPLAY iniciou a inauguração de um novo conceito de lojas, com ambientes sofisticados e aconchegantes, arquitetura forte e autêntica, que privilegiava a exposição dos produtos, especialmente seus impecáveis jeans. Esse novo conceito fazia com que o cliente literalmente “mergulhasse” no universo e filosofia da marca italiana. Novas unidades nesse novo conceito foram inauguradas em cidades como Roma, Colônia, Hamburgo, Düsseldorf, Innsbruck, Budapeste, Amsterdã e Estocolmo. No ano seguinte, através de um acordo de licenciamento, foi lançada no mercado a primeira linha de calçados da marca. Em 2003 a empresa introduziu no mercado a We are Replay (linha de calças jeans mais exclusiva e com acabamentos artesanais). Ainda este ano, no mês de outubro, a REPLAY inaugurou sua primeira loja na América do Sul, localizada no luxuoso bairro dos Jardins em São Paulo.


Em 2004 reforçou sua presença na América do Norte com novas lojas e inaugurou as quatro primeiras unidades da Replay & Sons na Itália; e, em 2005, a marca passou a ser distribuída no Japão. Dois anos mais tarde a REPLAY continuou a expansão de sua linha de produtos com a assinatura de acordos de licenciamento com a Procter & Gamble (para o lançamento de seus primeiros perfumes), Christian Bernard (para a produção de relógios e jóias) e Arcte (roupas íntimas e moda praia). Neste ano 41 novas lojas da marca foram inauguradas no mundo. Nos anos seguintes a REPLAY continuou sua estratégia de crescimento global, dando especial atenção ao Oriente Médio e Ásia.


Recentemente, em 2009 a marca italiana lançou no mercado o perfume “Replay Your Fragrance”, que possuía uma tecnologia onde a fragrância era reativada com uma simples gota d’água. Em 2010 a marca inaugurou na cidade belga de Antuérpia sua primeira loja especializada somente em calçados e acessórios. Além disso, em 2011 lançou uma nova coleção limitada em edição especial chamada “Laser Wash”, onde os jeans são tratados com uma lavagem de ozônio eco-sustentável, que reduz significativamente a quantidade de água consumida. Hoje em dia suas impecáveis e descoladas calças jeans em tons azuis desbotados e acessórios com inspiração étnica, que deixa tudo com aquele toque artesanal e rústico, são objetos de desejos de celebridades e pessoas moderninhas nas grandes metrópoles do mundo. Pioneira no conceito de jeans premium, a REPLAY trabalha somente com o denim japonês e italiano, os tops no mundo em qualidade. Além disso, traz inovações tecnológicas a cada coleção, refletidas nas lavagens e no acabamento, o que a torna referência em estilo no mercado mundial.


Dados corporativos
● Origem:
Itália
● Fundação:
1978
● Fundador:
Claudio Buziol
● Sede mundial:
Asolo, Itália
● Proprietário da marca:
Fashion Box S.p.a.
● Capital aberto:
Não
● CEO: Gaetano Sallorenzo
● Faturamento: €350 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Lojas:
240
● Presença global:
75 países
● Presença no Brasil: Sim (2 lojas)
● Funcionários:
1.000
● Segmento:
Moda casual
● Principais produtos:
Calças jeans, roupas, acessórios e perfumes
● Principais concorrentes:
Diesel, Pepe Jeans, Miss Sixty e Seven
● Ícones: A letra R estilizada
● Website: www.replay.it

A marca no mundo
Com faturamento superior a US$ 350 milhões, a marca italiana REPLAY comercializa roupas e acessórios com estilo casual para mulheres, homens e crianças, através de 240 lojas próprias, mais de 150 corners exclusivos, lojas de departamento e multimarcas (que compreendem mais de 9.000 pontos de venda) em mais de 75 países ao redor do mundo. Cada coleção da marca é composta por aproximadamente 1.000 modelos de calças jeans diferentes.

Você sabia?
Aproximadamente 50% da produção da empresa está relacionada a calças jeans, maior carro-chefe de vendas e ícone da marca italiana. Apesar disso, a REPLAY vendeu em 2010 aproximadamente 2.6 milhões de pares de calçados.
A REPLAY foi uma das primeiras empresas a usar algodão orgânico na confecção do jeans e a lavar o tecido com ozônio, o que economiza água. Tudo isso sem nunca perder seu viés trend-setter.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Time e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 9/1/2012

AEROLÍNEAS ARGENTINAS

Apesar da enorme crise que a companhia aérea enfrentou nos últimos anos, a AEROLÍNEAS ARGENTINAS é um símbolo de orgulho para o povo argentino. Uma companhia aérea que há 60 anos conecta de forma eficiente e confortável milhões de argentinos para os mais remotos locais do planeta.
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A história
A história da companhia aérea tem suas origens no dia 3 de maio de 1949 quando o governo argentino decidiu pela fusão de quatro empresas locais: FAMA (Flota Aerea Mercante Argentina), naquele momento a maior das quatro empresas, havia sido fundada em 1946 e tinha o status de companhia aérea de bandeira argentina; ALFA (Aviación del Litoral Fluvial Argentino), que desde 1938 se dedicava ao transporte aéreo utilizando-se de hidroaviões; ZONDA (Zonas Oeste y Norte de Aerolineas Argentinas), fundada em 1946 como empresa regional e doméstica com uma frota de Douglas DC-3; e Aeroposta Argentinaga, a mais antiga delas, fundada em 1928 para operar vôos de passageiros e correios entre Bahia Blanca e Comodoro Rivadavia, além de uma rota para o Paraguai, iniciada no ano seguinte.
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Finalmente, no dia 7 de dezembro de 1950, pelo decreto N° 26.099 do Poder Executivo, foi criada oficialmente a AEROLÍNEAS ARGENTINAS, como uma empresa estatal. Nos anos seguintes a malha doméstica cresceu rapidamente ligando várias cidades argentinas. No início de 1953 foram inaugurados os serviços regulares entre Buenos Aires e Santa Cruz da Serra (Bolívia), com escalas em Córdoba e Salta. No ano seguinte, aviões DC-3 já realizavam vôos entre as cidades de Buenos Aires e Montevidéu no Uruguai.
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O ano de 1956 foi marcado por um importante acontecimento: inauguração da segunda freqüência semanal entre Buenos Aires e Nova Iorque (Estados Unidos). Seu primeiro jato, um Comet IV, foi recebido em janeiro de 1959, resultando em um enorme salto tecnológico que, entre outras vantagens, viria a reduzir pela metade a duração de todos os vôos. Esse modelo de avião iria começar a voar para a cidade turística de Bariloche no final de 1960 e seria responsável pela expansão mundial da empresa com a inauguração de rotas para Londres, Paris, Roma e Madri no decorrer da década.
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A partir da década de 70 chegam os Boeing 737-200 ”Advanced” e 727-200, novas rotas são inauguradas (Cidade do Cabo, Caracas, Amsterdã, Frankfurt e Zurique) e a AEROLÍNEAS ARGENTINAS inicia uma grande estratégia publicitária com a aparição em filmes e a venda de licenças para a fabricação de seus modelos de aviões em brinquedo, prática que se mantém até os dias de hoje. Os primeiros aviões de fuselagem larga, do tipo Boeing 747, foram recebidos em 1979, e ainda hoje integram a frota de longo alcance da empresa. Ainda neste mesmo ano, começaram os serviços regulares de transporte de carga, com dois aviões Boeing 707 exclusivamente adaptados para esse fim. Em 1980 se tornou a primeira companhia aérea a iniciar serviços regulares atravessando o Pacífico Sul ligando Buenos Aires a Auckland (Nova Zelândia) e Sydney (Austrália), utilizando para isso aviões Boeing 747.
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No início da década de 90 foi iniciado o primeiro passo em direção à privatização, com a espanhola Ibéria adquirindo 85% do capital da AEROLÍNEAS ARGENTINAS. Amargando resultados negativos e enfrentando resistências internas, a empresa espanhola foi reduzindo seus investimentos na AEROLÍNEAS ARGENTINAS, agravando a sua já delicada situação financeira. No final da década, em 1998, a American Airlines foi autorizada a adquirir 8.5% de suas ações, porém isso não foi o suficiente para resgatar a companhia argentina da montanha de dívidas sob a qual se encontrava.
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Nos últimos anos, apesar da modernização de sua frota de longo alcance com o arrendamento de quatro aviões Airbus A340-200 a situação financeira agravou-se ainda mais, em parte graças aos graves problemas da própria Argentina. Nos primeiros meses de 2001 foram cancelados diversos vôos internacionais, inclusive para o Brasil. Boa parte da frota foi estacionada no aeroporto de Buenos Aires/Ezeiza, mantendo-se apenas um punhado de vôos domésticos. Adquirida em 2002 pelo Grupo Marsans, a empresa consolidou suas operações junto à Austral e retomou os vôos internacionais. Apresentou também uma nova identidade visual, unificada para as duas frotas.
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Em julho de 2008 o Grupo Marsans foi obrigado a se retirar do comando da AEROLÍNEAS ARGENTINAS pelo governo argentino em virtude de enormes dívidas que chegavam ao valor de US$ 890 milhões. O governo argentino então decidiu estatizar a empresa com o objetivo de manter os empregos e as rotas em funcionamento. A partir de então, o governo iniciou um plano de renovação da frota que resultou na incorporação de 12 Boeing 737-700. Em Janeiro de 2009 a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, nomeou uma nova diretoria para administrar a AEROLÍNEAS ARGENTINAS, que terá como missão renovar a empresa com a compra de novos aviões e a reativação de rotas abandonadas após a crise vivida.
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Campanhas que fizeram história
Há muito tempo a AEROLÍNEAS ARGENTINAS opta por criar sentimentos e humanizar o ato de viajar em suas campanhas publicitárias. O maior exemplo disso aconteceu em 2004 com o comercial intitulado “Shadow” (“Sombra”), que transportava todo essa humanização e contava com um story-appeal que cativava o espectador. O comercial, que contava com uma produção magistral, desde a fotografia até a trilha sonora, mostrava dois irmãos no terraço de um prédio vendo passar a sombra de um avião. No dia seguinte, no mesmo horário, o garoto se prepara e “prende” a sombra em uma caixa vermelha. Ele e sua irmã acreditam piamente que estão com um avião gigante dentro da caixa, criam uma verdadeira relação de amor com o objeto ali e tem certeza de que poderão viajar para o mundo todo com aquele avião. No fim do comercial, o locutor diz: “E se agora, esses que acreditam estão mais certos do que aqueles que não acreditam? Na AEROLÍNEAS ARGENTINAS acreditamos que podemos fazer uma companhia aérea diferente. E nós fizemos! Nós estamos fazendo a viagem mais importante: a Argentina que nós éramos e a que nós sonhamos ser”. Para assistir ao comercial basta clicar no ícone abaixo.
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A evolução visual
No dia 9 de junho de 2010 a AEROLÍNEAS ARGENTINAS apresentou oficialmente sua nova identidade visual corporativa. A mudança respeitou o passado e a história da empresa mantendo certos elementos característicos, tais como o tradicional condor (uma ave típica do território argentino), presente como uma simples e contínua linha, mas mudando sua cor azul para uma azul claro, em uma homenagem a bandeira nacional, com toques de amarelo, com referência ao sol. Com isso, as cores da Argentina irão surgir toda vez que um vôo da companhia aérea decolar.
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Os slogans
La poderosa sensación de volar.
Siempre arriba.
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Dados corporativos
● Origem: Argentina
● Fundação: 7 de dezembro de 1950
● Fundador: Governo argentino
● Sede mundial: Buenos Aires, Argentina
● Proprietário da marca:
Governo argentino
● Capital aberto: Não
● CEO: Mariano Recalde
● Faturamento: US$ 800 milhões (2009)
● Lucro: Não divulgado
● Hubs principais: Aeroparque Jorge Newbery
● Frota: 53
● Destinos: 57
● Presença global: 15 países
● Presença no Brasil: Sim
● Programa de milhagem:
Aerolíneas Plus
● Funcionários: 11.500
● Segmento: Aviação
● Principais produtos:
Comercial e cargueira
● Ícones:
O Condor de seu logotipo
● Slogan: La poderosa sensación de volar.
● Website:
www.aerolineas.com.ar
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A marca no mundo
Com uma frota superior a 50 aeronaves, a AEROLÍNEAS ARGENTINAS voa para 57 destinos em 15 países através de 68 rotas que incluem cidades como Assunção, Bogotá, Caracas, Curitiba, Florianópolis, Lima, Londres, Madrid,Miami, Montevidéu, Nova York, Paris, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Roma, Santiago, São Paulo e Sydney. A companhia aérea é responsável por aproximadamente 80% dos vôos domésticos e 40% dos internacionais que partem do Aeroporto Internacional Ministro Pistarini, localizado na região de Ezeiza, em Buenos Aires. Na rota Argentina/Brasil a companhia aérea transporta anualmente mais de 400 mil passageiros.
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Você sabia?
No dia 12 de junho de 1982, o Papa João Paulo II regressou de Buenos Aires à Roma em um Boeing 747 da AEROLÍNEAS ARGENTINAS, especialmente acondicionado para o Sumo Pontífice.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 1/7/2010

GELATERIA PARMALAT


A GELATERIA PARMALAT traz aos brasileiros deliciosos sabores de sorvetes e sobremesas geladas, elaborados com ingredientes de altíssima qualidade e que apresentam diferentes combinações em uma mistura de sofisticação, cremosidade e qualidade capaz de cativar os mais exigentes apreciadores das delícias geladas.

A história
O projeto GELATERIA PARMALAT teve início em 1996 quando a matriz italiana resolveu apresentar aos brasileiros o verdadeiro sorvete italiano. Para lançar a novidade no mercado e atrair a atenção do público, a empresa inaugurou em fevereiro deste mesmo ano a primeira loja piloto da GELATERIA PARMALAT na cidade de São Paulo, no bairro da Mooca, dentro de uma das mais badaladas casas noturnas da época. A cremosidade e sabor do legítimo “gelato” italiano (sorvetes artesanais), somado com a tradição e credibilidade da marca PARMALAT, resultou na criação de originais, deliciosos e tentadores sorvetes, feitos com matérias-primas especialmente selecionadas, com vários ingredientes importados, que rapidamente conquistou o paladar dos paulistanos.


O sucesso da loja piloto foi tanto, que a empresa passou a trabalhar o varejo por meio do sistema de franquias em 1998, resultando na inauguração de outras unidades da rede pela cidade. O design das lojas destacava a exposição dos produtos e atraía o público com seu ambiente sofisticado a agradável. O sistema de climatização do ambiente tinha sido projetado para obter a temperatura ideal para a conservação do produto e para que fosse agradável ao consumidor. Além disso, a empresa se preocupou até com a maneira de servir o sorvete e para isso trouxe de Parma na Itália, o “gelatarius” Paride Parma, especialista que orientou funcionários no procedimento prático e estético. Nos anos seguintes a rede se expandiu para outros estados do país, além de aumentar as opções em seu cardápio com o acréscimo de vários tipos de sobremesas como o tradicional Petit Gateau, cheese cake, brownies e a linha light de sorvetes.


Em 2006 foi desenvolvido um novo modelo de negócio, GELADOS PARMALAT, para servir os sorvetes no formato soft ice e milk-shakes em quiosques. Com este novo formato, a rede conseguiu atender a outros tipos de públicos com a mesma qualidade e diferenciais da sorveteria. No mês de agosto do ano seguinte, a rede introduziu no mercado o conceito de Leiteria, quando muitas de suas franquias passaram a oferecer novas alternativas a base de leite PARMALAT, como as bebidas geladas Picchiato (leite com ervas, que variam de cravo da índia à chá verde), D’Invernni (nos sabores chocolate e capuccino com um toque de chantilly) e Café Macadâmia (café gelado, batido com leite e um toque de macadâmia), além dos sorvetes a base de creme de leite que também compunham várias sobremesas do cardápio, atendendo assim a diferentes paladares em todas as estações do ano.


Para o atendimento da grande demanda gerada pelo sistema de franquias, em 2008 a empresa investiu em uma linha de produção exclusiva para os sorvetes. No ano seguinte, a rede deu especial atenção ao café, introduzindo novas opções como o Espresso Parmalat, que combina café expresso com uma pequena bola de sorvete a escolha do cliente; e o Caffé Megale, que mistura calda quente de chocolate, café gelado e sorvete de canela, decorado com chantilly e farofa.


Sorvete e verão é uma combinação mais que perfeita. Pensando nisso, a GELATERIA PARMALAT procura inovar a cada estação e trazer deliciosas novidades em seu cardápio. Para 2010, os lançamentos ficaram por conta das novas opções de sabores: Torta de Limão e Manjericão. O primeiro vem acompanhado de pedaços de biscoito e prima pela leveza e frescor. Enquanto o segundo, apesar de exótico, é delicado e bastante cremoso, agradando a diferentes paladares. Já no inverno, a rede apresenta um cardápio especial: saem as tradicionais pedidas do verão, como os sorbets (espécie de sorvete mais leve, com pouca gordura), os frozen iogurtes e os sabores tropicais; e entram opções mais calóricas com muito chocolate, caramelo e café, de preferência, aquecidos, já que o contraste quente/frio é muito apreciado nesta época do ano.


A rede, que já chegou a ter aproximadamente 60 lojas espalhadas pelo país, passa atualmente por uma reestrutura, que inclui o fechamento de unidades deficitárias, a abertura de novas lojas em um novo conceito de design e a expansão para outras regiões e cidades do país.


A evolução visual
A identidade visual da marca passou por algumas pequenas alterações ao longo dos anos.


Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 1996
● Fundador: Parmalat
● Sede mundial: São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: Gelateria Parmalat Ltda.
● Capital aberto: Não
● Gerente comercial: Patrícia Marcitello
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 36
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Funcionários: 500
● Segmento: Sorveterias
● Principais produtos: Sorvetes, sobremesas geladas e cafés
● Concorrentes: Cremeria Nestlé, Freddissimo e La Basque
● Slogan: Momentos deliciosos, sabores inesquecíveis.

A marca no Brasil
Atualmente a rede GELATERIA PARMALAT conta com 36 lojas espalhadas em 21 cidades e 9 estados do país que comercializam, além de sorvetes (mais de 30 opções de sabores), sobremesas geladas, doces e derivados de café. Todas as unidades da rede apresentam rede Wi-Fi, arquitetura moderna e ambientação aconchegante, como verdadeiros convites para os amantes de sorvetes.

Você sabia?
Vendido na casquinha original ou no copinho, o sorvete é trabalhado com espátula para permitir a apresentação característica da textura cremosa do produto. Para os que preferem levar o sorvete para casa, a rede comercializa o produto em embalagens de 500g e 1 kg que mantêm a temperatura e a consistência do produto.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, Exame e Veja), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).

Última atualização em 21/11/2012

30.6.10

PAUL FRANK

O que Jennifer Love Hewitt, Avril Lavigne, Hillary Duff, Foo Fighters e White Stripes, entre outras celebridades têm em comum vai além das páginas de revistas e de fama internacional. Todos são fãs de carteirinha da descolada marca americana PAUL FRANK. Do Japão a Nova Iorque, passando por Londres, Amsterdam e Dubai, a marca do simpático macaquinho Julius atrai um público jovem e descolado, ávido por novidades, que quer estar na moda sem perder sua identidade.
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A história
A história começou no ano de 1995 em uma pequena garagem de Huntington Beach, uma badalada praia californiana, onde um grupo de jovens amigos formado por Ryan Heuser, John Oswald e Paul Frank Sunich, estava ocupado confeccionando carteiras e bolsas de vinil com estampas coloridas nas quais eram costurados personagens engraçados como um macaco (batizado de Julius), criados pelo próprio Frank, um talentoso cartunista. Inicialmente os produtos eram vendidos como itens de presente nas lojas da região. A enorme aceitação local por parte do público aos divertidos acessórios, fez com que o grupo de amigos, em dezembro de 1997, fundasse a empresa PAUL FRANK INDUSTRIES. No início do ano seguinte a recém-lançada marca participou de uma feira de negócios na cidade de Las Vegas, a Magic Show, e recebeu surpreendentemente muitos pedidos. Na época, a linha de produtos da PAUL FRANK era basicamente formada por camisetas e acessórios, incluindo as famosas carteiras, mochilas e bolsas adornadas pela carinha do simpático macaquinho de boca grande.
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Em 1999, a linha de vestuário foi incrementada e os pijamas viraram um verdadeiro campeão de vendas da marca. Suas criações lúdicas e descompromissadas rapidamente transformaram a marca californiana em um sucesso absoluto, cativando especialmente o público feminino com suas bolsas e acessórios criativos, descontraídos e que apresentavam possibilidades versáteis e cheias de bom humor. Até este momento os produtos da marca eram vendidos em várias lojas multimarcas espalhadas pelo país. Somente no ano de 2000, a primeira loja da marca foi inaugurada na cidade de São Francisco.
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Nos anos seguintes, outras lojas próprias foram inauguradas em cidades como Los Angeles, Dallas, Chicago, Nova York, Londres, Amsterdã, Berlim e Atenas; a marca ingressou em novos mercados pelo mundo; e a linha de produtos cresceu vertiginosamente, englobando itens de papelaria (agendas, cadernos, canetas, lápis e borracha), roupas de bebês, meias, roupas íntimas, bichos de pelúcias, almofadas, chinelos, óculos, relógios, embalagens especiais, livros, canecas, adesivos, e posteriormente móveis infantis, bicicletas, carrinhos de bebê e assentos de carro para crianças.
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O primeiro obstáculo enfrentando pela marca aconteceu em 2005, quando Ryan e Oswald demitiram e retiraram da sociedade Paul Frank, até então diretor criativo da empresa, iniciando assim uma batalha judicial que iria durar dois longos anos envolvendo os direitos autorais dos personagens e da marca que levava seu nome. A empresa acabou ganhando a causa. Nesta época, a PAUL FRANK já era um verdadeiro sucesso mundial, ajudado em boa parte por ter se tornado a queridinha de celebridades como Madonna e Justin Timberlake, que proporcionaram enorme exposição de mídia para o alegre macaquinho. O enorme aumento no faturamento da empresa começou a partir de 2009, quando a PAUL FRANK iniciou o sistema de licenciamento. Com isso o aumento na linha de produtos também foi grande com a cara do simpático macaquinho sendo estampada.
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Recentemente, no mês de abril de 2010, a marca americana Inaugurou seu primeiro ponto de venda oficial no Brasil, um corner no badalado shopping Iguatemi em São Paulo. Os planos de expansão para o país são ambiciosos: a abertura de 5 a 6 lojas até o final do ano nas principais capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, entre outras). E os planos de expansão não param por aqui. O resto da América do Sul, Índia, Rússia e África do Sul também estão na mira do travesso macaquinho.
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Uma turma divertida
Apesar do macaco Julius ser “a grande estrela” e ícone da marca PAUL FRANK, a empresa possui uma turma divertida de personagens que são estampados em seus produtos. Para fazer companhia ao macaco existe, por exemplo, uma girafa (Clancy), uma raposa (Sheere), um elefante (Ellie), uma zebra (Arlo), um cachorro (Chachi) e um urso (Worry).
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Os slogans
A conspiracy of fun.
Paul Frank is your friend.
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Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 1997
● Fundador:
Ryan Heuser, John Oswald e Paul Frank
● Sede mundial:
Costa Mesa, California
● Proprietário da marca:
Paul Frank Industries, Inc.
● Capital aberto: Não
● Presidente:
Ryan Heuser
● CEO: John Oswald
● Faturamento:
Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Lojas: 35
● Presença global: 80 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 260
● Segmento:
Roupas e acessórios
● Principais produtos: Bolsas, carteiras, roupas, mochilas, itens de papelaria
● Ícones: Macaco Julius
● Slogan: A conspiracy of fun.
● Website:
www.paulfrank.com
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A marca no mundo
Hoje em dia a marca PAUL FRANK comercializa uma vasta linha de produtos (são mais de 10.000 itens diferentes) em mais de 80 países ao redor do mundo através de lojas de departamento, multimarcas, papelarias, grandes varejistas e uma rede de 35 lojas próprias.
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Você sabia?
A empresa conta com uma equipe de 12 designers, responsáveis pela criação dos produtos a serem fabricados.
A marca segue uma política rigorosa de licenciamento, procurando se afastar de qualquer produto que tenha conotação política, sexual ou que envolva álcool.
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 30/6/2010